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sábado, 21 de março de 2015

Alergias sazonais

Tudo que você precisa saber para ficar longe de alergias sazonais

Se a estação está mudando de os invernos de congelamento para a primavera agradável, ou você está testemunhando o desvanecimento do verão e início do outono, um grande número de pessoas experimentar a criação de alergias sazonais em diferentes formas.
Corrimento nasal, espirros, respiração ofegante, os olhos vermelhos e lacrimejamento e coceira são alguns dos sintomas mais comuns que afetam a milhões de norte-americanos, bem como pessoas de todo o mundo.

O que é alergia sazonal?

Alergia sazonal é a reação alérgica no corpo que normalmente é visto durante um determinado tempo no ano, como durante o outono ou primavera. Este tipo de alergia é geralmente causada devido a uma alergia ao pólen, tais como a partir de ervas daninhas, ervas, e árvores. Por outro lado, a alergia perene, causada devido a ácaros de poeira ou pêlos de animais, pode ser visto ao longo do ano. Alergia a mofo pode desencadear tanto perene, bem como alergia sazonal.

Sazonais sintomas de alergia

Os sintomas comuns de alergias sazonais incluem congestão nasal, espirros, prurido do nariz, corrimento nasal, gotejamento pós-nasal, e muito mais. Todas as pessoas não experimentam todos esses sintomas ao mesmo tempo, mas um desses sintomas é dominante é cada pessoa que sofre de alergias sazonais. A maioria das pessoas confundem alergia sazonal a resfriado comum como os sintomas da desordem ambos são o mesmo, apenas um allergist pode detectar a diferença entre os dois.

Opções de tratamento para alergias sazonais

Se você também está sofrendo de alergias sazonais, o bom é saber que uma série de opções de tratamento estão disponíveis para tratar o problema. Leia para saber mais sobre os 10 melhores tratamentos para a alergia sazonal.

Tratamento 1: Alívio natural

Suplementos de ervas pode fornecer alívio satisfatório dos sintomas de alergia sazonal. Um tónico feita usando erva goldenseal e liofilizados urtigas pode ser extremamente eficaz. Além disso, a solução salina spray nasal, feita com água salgada, pode ajudar na eliminação de muco fino e lavando pólen. Além dessas ervas, os médicos também recomendam a ingestão de determinados nutrientes para aliviar os sintomas, tais como extrato de semente de uva, ou a quercetina, que é um composto de flavonóides.

Tratamento 2: Anti-histamínico

Medicamentos anti-histamínicos estão disponíveis numa variedade de formas, incluindo cápsulas, comprimidos, xaropes e comprimidos para mastigar. A quantidade de medicação que deve ser tomada depende das características dos pacientes, bem como sobre o tipo de preparação a ser dado a ele. No entanto, tenha em mente que os comprimidos anti-histamínico pode causou sonolência e, portanto, ele nunca deve ser tomada antes de fazer qualquer atividade que exige concentração mental, como a condução de um veículo. De preferência, deve ser tomado à noite.

Tratamento 3: Descongestionantes

Descongestionantes funcionar para reduzir a congestão nasal, a qual provoca a constrição de vasos sanguíneos e redutores de fluxo de sangue na passagem nasal. No entanto, uma reação alérgica para pessoas descongestionantes deve ser verificado antes de tomar este medicamento.

Tratamento 4: Anti-colinérgicos Spray Nasal

Anti-colinérgicos sprays nasais são utilizadas para a redução do problema da rinorreia como cortam a secreção das glândulas nasais que revestem a passagem nasal, quando pulverizado no interior de cada narina. No entanto, qualquer pessoa que é alérgica aos componentes de sprays nasais devem
evitar o uso deste produto. Caso contrário, o pulverizador pode ser utilizado uma vez ou duas vezes durante o dia, durante 2 ou 3 dias. Este produto não interfere com o funcionamento de outras drogas, assim, ele pode ser tomado sem se preocupar com os efeitos colaterais.

Tratamento 5: Inibidor Mastócitos

Estas drogas trabalham para impedir a descarga de produtos químicos histamina e outras que são conhecidas por provocar sintomas alérgicos dos mastócitos em entrar em contato com qualquer tipo de alérgenos como pólen. Para ter certeza de que este trabalho de drogas, é muito importante tomar as doses com frequência como o seu efeito não dura mais de 8 horas. Estes medicamentos estão disponíveis como sprays nasais, que pode ser bastante útil na prevenção de nariz escorrendo.

Tratamento 6: Steroid baseados sprays nasais

Esses sprays ajudar na redução da inflamação no interior da passagem nasal, diminuindo os sintomas de alergia nasal. No entanto, por vezes, sprays nasais esteróides pode levar a dores de garganta ou nariz sangrando. Portanto, tenha cuidado ao usar-los.

O tratamento 7: Inibidores de leucotrieno

Os leucotrienos são substâncias químicas que promovem a inflamação das partes do corpo que entram em contato com os alérgenos. Impedindo estas substâncias químicas ajuda na redução da inflamação.

Tratamento 8: Alimentos combate Alergia

De acordo com um certo número de estudos levados a cabo, constatou-se que a ingestão de alimentos ricos em Omega-3 Fatty Acid pode ajudar na redução dos sintomas de alergia, em comparação com aqueles que não comem tais alimentos. Basicamente, ácidos graxos ômega 3 ajudar no combate a inflamação e pode ser encontrado em quantidade abundante em nozes, óleo de linhaça, peixes de água fria, e na grama alimentados com ovos e carne. Assim, as pessoas que normalmente sofrem de alergias sazonais devem comer esses alimentos regularmente.

Tratamento 9: tiros da alergia

Os tiros da alergia, também chamada imunoterapia são oferecidos aos pacientes que sofrem de alergias a aumentar a sua tolerância para com alérgenos. Essas fotos são geralmente dada para as pessoas que sofrem de casos graves de alergias ou aqueles que experimentam os sintomas da alergia por mais de 3 meses em um determinado ano. No entanto, é importante lembrar que o tiro de alergia não pode curar a alergia, mas só pode reduzir a sensibilidade de algumas substâncias. Se você experimentar alguns efeitos colaterais, como a sensação de aperto na garganta ou falta de ar depois de tomar essas vacinas de alergia, você deve visitar o seu médico imediatamente.

Tratamento 10: se livrar de Alérgenos Pessoalmente

Uma das maneiras mais práticas de lidar com a alergia sazonal é descobrir os gatilhos de suas alergias sazonais e evitar todas elas, tanto quanto possível. Por exemplo, pacientes com asma geralmente são alérgicas a poeira, portanto, eles devem fazer todos os esforços para manter-se longe de poeira, como a limpeza de sua casa e ao redor e mantendo-os livres de poeira. Pessoas alérgicas a perfumes pungentes deve ficar longe de todos os itens perfumados. Este é o método mais barato e mais eficaz para o tratamento de alergias sazonais.
Todas estas opções de tratamento são bastante eficazes no tratamento dos sintomas de alergias sazonais. É até você para encontrar o melhor método que melhor lhe convier e usá-lo para obter alívio destes sintomas angustiantes.

alergias na gravidez

A gravidez é um motivo de alegria, mas também pode ser uma preocupação quando a mulher é alérgica. Mas, a alergia não impede uma gestação saudável e nem o tratamento. Por isso é necessário entender a doença alérgica e sua relação com a gestação.
  


ALERGIAS RESPIRATÓRIAS NA GESTANTE 
 Rinite alérgica 
 A rinite alérgica é uma doença comum na mulher jovem e por isso é bastante vista em gestantes. Os sintomas principais são: espirros repetidos, coriza líquida, coceira em narinas, olhos, ouvidos, céu da boca, ouvidos, congestão e obstrução nasal. Pode ocorrer também gotejamento de secreção na parte posterior do nariz, provocando pigarro ou tosse. Em alguns casos, podem surgir também olhos avermelhados, irritados, lacrimejando e coçando. Uma mulher pode ter rinite e piorar na gravidez. Mas, existem casos (mais raros) onde a rinite resulta da gestação e desaparece após o parto. A maior queixa da gestante é a obstrução nasal e por conseqüência, a respiração bucal. Ou seja, em função das narinas constantemente obstruídas, a gestante passa a respirar com a boca aberta (ou semi-aberta), o que termina por provocar pigarro, ressecamento, infecções de amígdalas ou da faringe, além de prejudicar o sono, impedindo um repouso adequado e prejudicando suas atividades em casa e no trabalho. A rinite também pode provocar crises de a asma, pois as vias respiratórias são unidas: do nariz até os pulmões! Não adianta tratar só a asma sem tratar a rinite e vice versa. Os remédios de maneira geral podem ser usados com segurança, desde que prescritos pelo médico. O uso de "gotas nasais" deve ser evitado, pois estes remédios não resolvem o problema e, pelo contrário, pioram o entupimento nasal, podendo levar a vício. Além disso, prejudicam o olfato e podem provocar aumento da pressão arterial. Hoje existem sprays nasais que controlam os sintomas da rinite de forma segura tanto para a mãe como para o feto. 

Sinusite 
 A sinusite é a complicação mais comum da rinite alérgica e consiste na inflamação dos seios da face. Como a gestante não pode fazer exames de raios X, a doença é reconhecida pelo surgimento dos sintomas: dor de cabeça, obstrução nasal persistente, secreção catarral do nariz, febre ou mal estar. Em muitos casos o único sintoma da sinusite é uma tosse insistente com piora noturna. O tratamento é feito com antibióticos orientados pelo médico, de acordo com cada caso. 

Asma (ou bronquite alérgica ou bronquite asmática)
 A mulher portadora de asma pode melhorar ou piorar durante a gravidez. Não há como prever quem será “beneficiada” ou “prejudicada”, pois uma mesma mulher pode melhorar numa gravidez, piorar em outra e vice-versa. Existem ainda os casos onde a primeira crise de asma surge durante a gestação. É importante lembrar que as alterações hormonais da gravidez podem provocar sensação de falta de ar em qualquer gestante e isso não significa que seja asma. A própria gestação e o aumento da barriga levam a uma diminuição da capacidade de expansão dos pulmões e podem prejudicar a respiração, contribuindo para que a grávida sinta falta de ar. Por isso, é muito importante que o diagnóstico de asma seja feito pelo médico e não baseado em suposições. O tratamento da asma é sempre recomendado, pois se a mulher não respira suficientemente, o bebê vai receber menos oxigênio. Manter a doença sem controle na gravidez aumenta o risco de internações e as complicações tanto para a mãe como para o feto. Algumas gestantes necessitam usar remédios diariamente durante toda a gravidez, mesmo fora de crise, para controlar a asma e prevenir seu agravamento. Os medicamentos indicados para tratar asma podem ser mantidos na gravidez, sem danos para o feto, mas nunca devem ser usados sem orientação médica. O tratamento da gestante deve ser feito, sempre que possível, com medicamentos inalados, chamados popularmente de “bombinhas”, pois atuam diretamente nos brônquios e têm menos efeitos colaterais do que comprimidos e xaropes. Mas, tratar asma não se resume apenas aos remédios: é preciso procurar as causas e agravantes da doença e, se possível, afastá-los.

 ALERGIAS DA PELE NA GESTANTE 
 A pele se modifica na gravidez em resposta às alterações hormonais: fica mais ressecada, com aumento da transpiração, maior propensão a estrias e manchas, podendo surgir coceiras e outras alterações cutâneas. As doenças alérgicas cutâneas mais comuns na gestação são: 

 Dermatite atópica: É uma condição genética que pode piorar na gestação. Manifesta-se por lesões ressecadas, de aspecto eczematizado, em geral localizadas em dobras de braços, pescoço e pernas. A pele do corpo fica ressecada e irritada. O tratamento inclui antialérgicos e cremes próprios para melhorar os sintomas cutâneos. 

Dermatite de contato: pode ocorrer na gravidez e se relaciona ao contato com determinadas substâncias, como por exemplo o níquel contido em bijuterias, causando eczema e coceira no local do uso. Nem sempre é fácil identificar o produto causador da lesão, podendo ser necessário a avaliação de um especialista e a realização de testes cutâneos. O tratamento inclui cremes especiais, mas também o afastamento do fator que está causando a lesão.

Urticária: surgem placas avermelhadas acompanhadas de coceira em locais variados do corpo, em geral com duração fugaz. Pode ou não estar relacionada com a gravidez. A causa mais comum é o uso de medicamentos ou de certos alimentos. É importante esclarecer a causa para que se possa ter sucesso no tratamento. 

Dicas para a gestante alérgica
- Se você tem asma, não pare o tratamento ao saber da gravidez. Marque uma consulta com o seu alergista. Asma bem controlada não ameaça a gravidez: crises repetidas podem causar dano ao bebê. 
- Lave as narinas diariamente com soro fisiológico. 
- A pele fica ressecada na gravidez. Por isso, banhos não devem ser demorados e nem quentes. Não use buchas ou esponjas. Utilize sabonete para pele seca e aplique hidratante logo após o banho, com a pele ainda umedecida. 
- Alimente-se bem, incluindo verduras, legumes e ingestão de líquidos: sucos naturais ou água. 
- Amamente seu bebê: os remédios para alergia não impedem a amamentação. 
O leite materno é uma grande arma de defesa para o bebê, em especial nos primeiros meses de vida, quando a produção de anticorpos pelo organismo infantil ainda não começou.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Rinite, sinusite e conjuntivite alérgica

A rinite é a alergia mais frequente. Afecta 2,5 milhões de portugueses, e mais de um terço tem também asma. É comum em crianças e pouco diagnosticada. 'Quando se negligenciam as queixas, deixa-se uma porta aberta para o pulmão, o que pode desencadear ou piorar a asma', alerta Morais de Almeida. Está associada à sinusite e à conjuntivite alérgica.
Sintomas: Na rinite, os mais comuns são: obstrução nasal, comichão, espirros e pingos no nariz, perturbações do sono e fadiga. Na sinusite, há uma inflamação da mucosa nasal, que condiciona a drenagem do muco. Na conjuntivite, os olhos ficam vermelhos, lacrimejantes, inchados e dão comichão. É desencadeada por ácaros, pêlos de animais e pólenes. Está associada à rinite sazonal, pelo que os sintomas se confundem.
Diagnóstico: Aplica-se à rinite e sinusite a análise dos sintomas, através do exame do interior do nariz, procurando alterações típicas, como uma mucosa pálida. Podem fazer-se testes cutâneos e análises ao sangue para verificar o nível de anticorpos específicos, e que também se realizam em caso de conjuntivite.
Tratamento: Quando a rinite e a sinusite são intermitentes, pode ser suficiente recorrer a um anti-histamínico, que alivia os sintomas. Formas persistentes tratam-se com corticóides nasais, anti--histamínicos orais ou nasais. As vacinas reduzem a reactividade dos brônquios. Nas rinites sazonais, vacine-se antes da estação do pólen. A conjuntivite trata-se com anti-histamínicos orais e colírios. Evite lentes de contacto.

Asma

Pode surgir em qualquer idade, mas é mais frequente na infância. Na maioria dos casos, aparece antes dos 5 anos. Estima-se que existam um milhão de portugueses asmáticos e a maioria (75% a 80%) sofre também de rinite.
Diagnóstico: É feito através da história clínica.
al e familiar. Métodos complementares usados são os exames laboratoriais, testes cutâneos e provas funcionais respiratórias.
Sintomas: Crises recorrentes de falta de ar e tosse que aparecem de forma repentina, após constipações, exercício ou episódios de stresse, e com intensidade variável.
Tratamento: O objectivo é controlar a doença, o que implica que a medicação deve ser feita a nível preventivo. Usam-se broncodilatadores que melhoram o fluxo de ar nas vias respiratórias, e anti-inflamatórios, para reduzir a inflamação.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Alergia ao peixe

Algumas pessoas que são alérgicas ao peixe são capazes de consumir marisco; por outro lado, enquanto algumas pessoas que não podem comer marisco podem ter peixe. Alergia de peixes se manifesta quando indivíduos têm uma reação negativa de médica para certas proteínas nos peixes. Muitas pessoas são alérgicas aos tipos de peixes que são geralmente consumidas por outros; como o bacalhau, Pollock, salmão, atum e Pargo. Teste de alergia pode ser usado para verificar se uma pessoa é alérgica a peixe.
Uma alergia de peixes mais frequentemente do que não começa na maturidade e pode ser algo que dura toda a vida. Devido ao fato de que as proteínas que causam reações alérgicas em pessoas tendem a ser encontrados em uma seção de transversal ampla de peixes, as pessoas que são alérgicas são muitas vezes disse para ficar longe de peixes por completo. No entanto, se um indivíduo quer continuar a comer os peixes não têm reação alérgica a e, em seguida, teste de alergia pode ser usado para fazer a diferenciação para eles.
Um indivíduo pode não ser alérgico a um peixe específico, mas pode ser alérgico para os peixes que se comem. Ainda que esta é uma alergia incomum, pode ser mais maddening, como você pode ter uma reação alérgica a uma refeição de peixe um dia e na próxima vez que você têm-lo, ele não afetá-lo. Teste vigilante pode ser a única maneira de identificar quais peixes você é alérgico.
Comumente, peixe alergias se manifestam de forma física, onde a boca coça; há irritação da pele e mal-estar do intestino. Algumas pessoas têm uma reação mais grave; aprove há um alargamento dos seus airways que pode levá-los a entrar em choque anafilático. É importante para você saber de pessoas que também consumiu a farinha de peixe, se eles estão experimentando a mesma reação. Se não, então você deve ir ao médico para obter o teste de alergia e o tratamento se necessário. No entanto, ou não outras pessoas estão tendo a mesma reação, uma 
vez que sua reação for grave, você deve ir ao médico imediatamente.
Como já aludido para, você pode ter uma reação alérgica a pescar por meio de contaminação cruzada. Como tal, deve ser cuidado quando você decide para peixes de ordem em um restaurante. Restaurantes que usam uma grade inadvertidamente podem causar contaminação cruzada quando o ar torna-se um maestro. Pessoas que sofrem de alergias de peixe também devem evitar restaurantes asiáticos ou, pelo menos, perguntar o que está em seus molhos, como muitos de seus molhos têm peixes neles. Pratos mediterrânicos são também amplamente conhecidos para a inclusão de peixes em seus ingredientes. Com isto em mente, as pessoas que têm uma história de alergia de peixe devem certificar-se de que garçons sabem que eles não devem estar consumindo peixes sob qualquer forma

Alergia a chocolate - mito ou fato?



Consulte o alergista antes de proibir uma criança de comer chocolate. Saiba que a alergia verdadeira ao cacau contido no chocolate é bem rara. E, quando ocorre uma reação inesperada, é mais provável que a alergia tenha resultado de um ingrediente usado em seu preparo. Segue abaixo uma lista de algumas destas substâncias:
1. Leite – a maioria dos ovos de páscoa leva leite em sua composição.
2. Amendoim, nozes, castanhas
3. Trigo e glúten – o recheio de alguns tipos de ovos é feito com uma pasta que utiliza farinha de trigo ou amido de trigo ou malte de cevada. 
4. Soja- a lecitina de soja é usada como estabilizante na manufatura do chocolate
5. Milho- usado principalmente no chocolate branco sob a forma de xarope de milho.
6. Cafeína – é encontrado em quantidades baixas, sendo que o chocolate escuro tem mais cafeína do que o chocolate ao leite.
7. Aditivos – corantes, essências, conservantes, aromatizantes, entre outros 
Além disso, o chocolate contém alguns agentes farmacológicos como a teobromina e a feniletilamina, que podem ocasionar efeitos indesejáveis, não alérgicos.


A base do tratamento da alergia alimentar é afastar o alimento suspeito e se necessário, substituir por outro de igual valor nutricional.  Por isso, é importante que familiares e pacientes leiam cuidadosamente os rótulos, identificando os nomes que possam corresponder ao alimento a ser evitado. 


O médico alergista orientará cada caso. Hoje o mercado oferece muitas opções de ovos de páscoa, tanto para os alérgicos ao leite como para os portadores de intolerância à lactose, permitindo que todos possam participar da festa sem se sentirem excluídos. E, nos casos comprovados de alergia, onde o chocolate necessita mesmo ser afastado, a solução pode ser trocar os ovos de páscoa por um brinquedo e manter a alegria da festa.

Alergia aos frutos do mar

 A alergia a frutos do mar (camarão, carangueijo, marisco, siri, lagosta e peixes) está presente em 1% a 3% da população, principalmente em adultos. É menos comum na infância devido a menor ingestão destes alimentos.  Em geral, uma vez diagnosticada, tende a persistir durante a vida toda.

        Alguns estudos analisaram as admissões por reações alimentares em unidades de emergência de hospitais norte-americanos e os crustáceos foram os alimentos mais frequentemente responsáveis pelas reações em pessoas com idade superior a 6 anos.


Características clínicas

A maioria das reações alérgicas ocorre imediatamente (alguns minutos até 2 horas) após a ingestão dos frutos do mar e incluem:
  • coçeira
  • placas avermelhadas no corpo
  • inchaço dos lábios, boca e faringe
No caso do camarão, a reação alérgica pode ser desencadeada após a realização de atividades físicas.

Reações cruzadas com outras fontes de alérgenos

Pessoas alérgicas a peixes e crustáceos frequentemente também afirmam serem alérgicas a ácaros e insetos. Acredita-se que estas ‘reações cruzadas', como são conhecidas, ocorram em função da semelhança de uma proteína presente em todos estes grupos, as chamadas tropomiosinas. Ou seja, mesmo uma pessoa que nunca consumiu frutos do mar poderia tornar-se alérgica a estes através do contato com outras fontes de tropomiosina, como por exemplo ácaros e alguns insetos (como, pasmem!, baratas) que possuem a tropomiosina semelhante à presente nos frutos marinhos.

Diagnóstico

É possível comprovar a presença (ou não) de alergia a frutos do mar. Hoje, existem testes cutâneos com extratos alergênicos capazes de detectar os anticorpos específicos contra estes alimentos. Quando há dúvida, o alergista pode realizar um teste de provocação oral e  monitorar os sintomas.

Tratamento

Apesar dos avanços, o único tratamento efetivo é a exclusão dos frutos do mar da dieta.

É frequente os pacientes questionarem se podem utilizar antialérgicos antes de ingerir camarão para evitar os sintomas. Prestem atenção: esta conduta NÃO deve ser realizada em hipótese alguma.

Vale lembrar que aos que desconfiam ter uma alergia a frutos do mar ou outro alimento recomenda-se sempre procurar um  especialista que poderá fazer exames para determinar a presença (ou ausência) e natureza da alergia, bem como recomendar o tratamento adequado.

Alergia ao amendoim

Informação sobre a alergia

As pessoas possuem alergia a noz ou amendoim porque seus corpos acham que as proteínas contidas nesses alimentos são prejudiciais. O sistema imunológico gera anticorpos que distribuem substâncias químicas no sistema circulatório, o que causa os sintomas da reação alérgica.

Reação

Indiferentemente da quantidade de exposição aos agentes alergenios, a reação alérgica ao amendoim ou noz pode ser severa. Vómito, diarreia, chiado na respiração, urticária, coceira e inchaço da pele, olhos, nariz, boca e garganta podem ocorrer como resultado da reação alérgica.

Redução de contato


É importante que pessoas alérgicas a amendoim e outras nozes evitem amendoim, pistache, noz de pecã, amêndoas, castanha de caju, castanha do pará, avelã e macadâmia. O acesso na casa a essas nozes deve ser limitado e os alimentos desconhecidos não devem ser consumidos, a não ser que eles tenham sido preparados em casa sem a contaminação por nozes.

Consciencialize-se

Procure se informar e informar seus entes queridos a respeito de alimentos que contenham ou podem conter amendoim ou outras nozes. Sempre peça uma lista dos ingredientes usados quando comer fora de casa. Se você sentir que comeu um alimento que contém nozes, procure um médico imediatamente.

Esteja preparado

Crie um plano de emergência em caso de alergia para você, seu esposo ou seus filhos. Apresente-o em creches, escolas, para babás, locais de trabalho e para membros da família. Mantenha epinefrina (um hormona que prepara o corpo para uma situação de emergência) em sua posse 24 horas por dia.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Alergias respiratórias

"Tenho alergia. Estou sempre com o nariz tapado, não consigo dormir, acordo mais cansado do que quando me deitei e a falta de ar aflige-me muito. Tenho esperança que passe, embora isto já dure há 10 anos. E é cada vez mais grave".

Estes relatos são muito frequentes, intoleravelmente frequentes.

Ter alergias, é ter asma, é sofrer de rinite, asma e rinite, asma e eczema, é ser alérgico a medicamentos e a alimentos, é ter urticária, meses, anos, décadas. Em alguns casos é sentir todas estas situações. É ter a vida afectada. É deixar de ir, de fazer, de viver.
E é tão simples controlar a situação para a maioria dos alérgicos. Diagnosticar, prevenir, controlar.

Porque a asma e a rinite afectam uma enorme percentagem da população, porque são doenças de grande impacto social, responsáveis por elevados custos, causa frequente de absentismo laboral e escolar e diminuição da produtividade, por si só, e pelas suas complicações, condicionam recursos a urgências e a hospitalizações, sendo responsáveis por mortes preveníveis.



PORQUE É NECESSÁRIO DIAGNOSTICAR PARA TRATAR

Quer na criança, quer no adulto, a asma é pouco valorizada e a rinite ainda menos. "Não me vai dizer que a tosse e falta de ar que eu sinto todos os dias é asma? Nunca me tinham dito".

As alergias respiratórias surgem frequentemente na infância, embora possam manifestar-se em qualquer idade. É essencial reconhecer os sintomas, para umdiagnóstico e tratamento correctos. Se abandonada a uma evolução não controlada, a asma pode levar a alterações das vias aéreas, e as crises podem ser graves e até fatais; se a rinite não é controlada, a asma pode surgir, ou se já se manifestou, é mais grave. Tape o seu nariz e espere alguns minutos - sinta o efeito, ou será que já o costuma sentir...



PORQUE O CONTROLO ESTÁ ACESSÍVEL

A asma e a rinite podem ser bem controladas. Controlo significa qualidade de vida, dormir bem, não se cansar, poder estudar, trabalhar, ter uma vida social normal, rir, fazer exercício, apostando-se num programa que possibilita tudo isto. É a sua vida, ou a do seu filho, que pode estar a ser muito afectada. E não o deve ser.

Participe no auto-controlo da doença. É importante alertar que são inflamações e que devem ser tratadas como tal, sendo necessário usar medicaçãopreventiva, anti-inflamatória, e isto de uma de forma regular. Não tenha medo dos medicamentos, mas vigie o seu efeito. Os corticóides inalados, para o nariz ou para os brônquios, e os anti-Ieucotrienos, estão na primeira linha do tratamento da asma e da rinite; com os anti-histamínicos não sedativos resolvem-se a maioria dos sintomas de rinite e de conjuntivite.


Estamos na Primavera. Surgem ou agravam-se os espirros, a comichão no nariz e nos olhos, a obstrução nasal, o cansaço, a tosse e a falta de ar.

Não, outra vez não! É impensável que continue a passar mal. Existem maneiras de afastar os alergénios, existem medicamentos muito seguros e eficazes. Não dão sono, não alteram o apetite, dominam a alergia.

E "a alergia passa com a idade" está muito distante da realidade, mas saiba que existem vacinas anti-alérgicas que podem modificar o curso das alergias.


PORQUE DEVEMOS APOSTAR NA INFORMAÇÃO 
Não se deixe controlar, tenha controlo sobre as alergias, informe-se e actue. Das várias estações da vida sinta apenas os efeitos positivos.

Alergias alimentares

A alergia alimentar é uma resposta imunológica desencadeada por ovos, amendoim, leite ou algum outro alimento determinado.

Causas

Normalmente, o sistema imunológico defende o corpo de substâncias possivelmente nocivas, como bactérias, vírus e toxinas. Em algumas pessoas, a resposta imunológica é desencadeada por uma substância que costuma ser inofensiva, como um alimento específico.
A causa das alergias alimentares está relacionada à produção de um tipo de substância pelo organismo, chamada de anticorpos imunoglobulina E (IgE), que provoca alergias a um alimento específico.
Embora muitas pessoas apresentem intolerância a alimentos, as alergias alimentares são menos comuns. Em uma alergia alimentar real, o sistema imunológico produz anticorpos e histamina em resposta a um alimento específico.
Qualquer alimento pode causar uma reação alérgica, mas alguns alimentos são os principais vilões. Nas crianças, as alergias alimentares mais comuns são:
  • Leite
  • Amendoim
  • Frutos do mar (camarão, caranguejo, lagosta)
  • Soja
  • Frutas secas
  • Trigo
A alergia alimentar geralmente começa na infância, mas pode ocorrer em qualquer idade. Felizmente, muitas crianças se livrarão das alergias a leite, ovos, trigo e soja quando tiverem cinco anos se evitarem esses alimentos antes dessa idade. As alergias a amendoim, frutas secas e frutos do mar tendem a durar a vida toda.
Em crianças mais velhas e adultos, as alergias alimentares mais comuns são:
  • Peixe
  • Amendoim
  • Frutos do mar
  • Frutas secas
Aditivos alimentares, como corantes, espessantes e conservantes, raramente causam reações de alergia ou de intolerância.
Uma síndrome de alergia que afeta a boca e a língua pode ocorrer depois de ingerir determinadas frutas ou hortaliças frescas. Esses alimentos contêm substâncias similares a determinados pólens. Por exemplo, o melão contém substâncias similares ao pólen de tasneira, e a maçã possui alérgenos similares ao pólen de árvore.
Muitas pessoas acreditam ter alergia alimentar, mas, na realidade, menos de 1% deles possui alergias reais. A maioria dos sintomas é causado por intolerância a alimentos como:
  • Derivados de milho
  • Leite de vaca e derivados do leite 
  • Trigo e outros grãos que contêm glúten 

Exames

Em reações graves, você pode apresentar pressão baixa e vias respiratórias bloqueadas.
Às vezes, testes cutâneos e exames de sangue são utilizados para confirmar que você tem uma alergia alimentar. Entretanto, não há critérios bem aceites para diagnosticar a alergia alimentar.
Com as dietas de eliminação, você evita ingerir o alimento suspeito de causar a alergia até que os sintomas desapareçam. Em seguida, os alimentos são reintroduzidos na dieta para verificar se você desenvolve uma reação alérgica.
Nos testes de provocação (desafio), você come uma pequena quantidade do alérgeno alimentar suspeito sob supervisão médica. Esse tipo de teste pode provocar reações alérgicas graves. O teste de provocação só deve ser realizado por um médico.
Nunca tente causar uma reação deliberadamente ou reintroduzir um alimento na dieta por conta própria. Esses testes só devem ser aplicados com orientação de um médico, principalmente se a sua primeira reação foi grave.

Sintomas de Alergia alimentar

Os sintomas de uma alergia alimentar geralmente aparecem imediatamente, em até duas horas depois de comer. Em casos raros, os sintomas podem começar a aparecer horas depois de comer o alimento prejudicial.
Se você apresentar sintomas logo depois de ingerir um alimento específico, é possível que você tenha uma alergia alimentar. Os principais sintomas são urticária, rouquidão e respiração difícil ou ruidosa.
Outros sintomas da alergia alimentar que podem ocorrer:
  • Dor abdominal
  • Diarreia
  • Dificuldade para deglutir
  • Irritação na boca, na garganta, nos olhos, na pele ou em qualquer outra região
  • Tontura ou desmaio
  • Congestão nasal
  • Náusea
  • Corrimento nasal
  • Manchas escamosas com coceira (dermatite atópica)
  • Descamação ou bolhas
  • Inchaço (angioedema), principalmente nas pálpebras, face, lábios e língua
  • Falta de ar
  • Cólicas estomacais
  • Vômito
Sintomas da síndrome de alergia oral:
  • Irritação nos lábios, língua e garganta
  • Inchaço nos lábios (ocasionalmente)

Alergia na pele: sintomas, causas e tratamento

A alergia pode se manifestar de diferentes formas:
A alergia na pele com eczema e urticária
A alergia respiratória com rinite alérgica e asma alérgica
A alergia oftálmica com conjuntivite alérgica
 
Quais são as principais manifestações da alergia na pele?
A alergia pode assumir diferentes formas de manifestações cutâneas:
A urticária ou o angioedema, que é uma reação grave, podendo se desenvolver com risco de vida
O eczema com a dermatite atópica em crianças e o eczema de contato em crianças mais velhas e adultos.
 
Alérgenos responsáveis pela alergia na pele:
Os principais alérgenos responsáveis pela reação alérgica na pele são:
Pelos de animais
Alimentos
Medicamentos
* Os aeroalérgenos (pólen, ácaros, entre outros) raramente dão reações alérgicas do tipo cutânea.
 
Alergia de contato:
As reações alérgicas cutâneas podem ser causadas pelas chamas alergias de contato. Estas reações alérgicas costumam aparecer algumas horas depois de um contato direto da pele com a substância alérgena.
Na maioria das vezes, a alergia na pele se manifesta através de vermelhidão ou pequenas bolhas cheias de líquido. Também acontece regularmente que estas placas sejam irritadas e cocem muito: nesses casos, pode ser que se trate de um eczema de contato.
 
Os possíveis alérgenos:
As alergias de contato podem ser desencadeadas por inúmeros elementos. Particularmente por:
Alguns tipos de cosméticos
Gel de banho ou sabonetes
Desodorante ou perfume
Creme depilatório ou cera
Piercings
Roupas
Alguns tipos de tecidos (como jeans, por exemplo)
Lingeries
Cintos
 
Uma alergia às ervas, plantas, gramas (e tudo o que for gramíneo) também pode desencadear o aparecimento de manchas vermelhas e coceiras no corpo.
 
Alergia aos cosméticos
Seja o shampoo, o creme, a maquiagem ou o delineador de olhos, muitos produtos podem causar alergias de contato que se manifestam principalmente através de coceira e vermelhidão.
Obviamente, será necessário, principalmente, prestar atenção sobre a área que sofre da alergia. Se você sente coceira, inchaço ou amortecimento na boca após o uso do seu batom, provavelmente você tem alergia a ele. Se você tem conjuntivite ou inchaço das pálpebras, você deve se concentrar mais em sua máscara para olhos, por exemplo.
Se uma área maior está envolvida, provavelmente a alergia na pele seja devido a sua colônia ou perfume.
 
Atenção! Não confunda uma reação alérgica nos lábios com uma dermatite atópica (eczema). O melhor meio de fazer a distinção e tratar continua sendo consultar um dermatologista ou um alergologista.
Como evitar as alergias na pele?
Como acontece com qualquer alergia, a melhor maneira de evitar uma nova reação é evitar o alérgeno.
A identificação do alérgeno responsável pode ser feita por meio de testes na pele, administrados por um alergologista.
 
Tratamentos
Os tratamentos da alergia na pele incluem:
Os anti-histamínicos, que limitam a urticária e o prurido
Os corticoides, que reduzem a inflamação e são utilizados sob a forma de creme ou pomada para o tratamento da eczema

Alergia ao ovo

A alergia ao ovo pode ser identificada nos primeiros anos de vida da criança e deve-se a uma reação alérgica do organismo em relação a uma proteína presente na clara do ovo. Os principais causadores da alergia ao ovo estão na clara, são eles: ovoalbumina, ovomucoide e conalbumina.

Sintomas de alergia ao ovo

Os sintomas de alergia ao ovo podem surgir de 30 minutos ou até 4 horas após a ingestão do alimento. Estes sintomas podem ser:
  • Urticária: placas avermelhadas e inchadas na pele;
  • Dificuldade para respirar: respiração curta e rápida;
  • Inchaço da língua e ou garganta;
  • Pressão baixa.

Diagnóstico da alergia ao ovo

O diagnóstico da alergia ao ovo pode ser através do teste da provocação, isto é ingerir o ovo e observar a ocorrência dos sintomas acima citados ou através do teste cutâneo da alergia ao ovo ou teste sorológico. O teste da provocação oral só deve ser realizado pelo médico pelo risco do indivíduo sofrer uma forte reação alérgica que pode causar asfixia.

Tratamento para alergia ao ovo

O tratamento para alergia ao ovo é basicamente excluí-lo da alimentação, e por isso o indivíduo não deverá comer ovo ou qualquer outro alimento que seja preparado com ovo como bolos, pão e biscoitos, por exemplo. É importante ainda observar atentamente os rótulos dos alimentos pois em muitos existe a indicação de que pode haver vestígios de ovo e por isso, estes também não devem ser consumidos.
A alergia ao ovo é mais comum na infância mas na maior parte das vezes, esta alergia é solucionada naturalmente após alguns anos, sem a necessidade de tratamento específico.

Vacina e alergia ao ovo

Algumas vacinas utilizam a clara de ovo quando são fabricadas, e por isso, as crianças ou adultos que tenham grave alergia ao ovo não devem receber estas vacinas. Mas a maior parte dos indivíduos, só possui uma alergia leve ao ovo e para estes a toma da vacina pode ser realizada normalmente. Contudo, se o médico achar que o indivíduo pode ter uma alergia ao ovo grave, ele poderá fazer um tratamento chamado dessensibilização ao ovo antes da vacina ser aplicada.

Prevenção da alergia ao ovo

A prevenção da alergia ao ovo pode ser feita ao introduzir o ovo inteiro na alimentação da criança somente após ela completar 1 ano de idade. A gema do ovo pode ser oferecida para o bebê pela primeira vez quando ele completar 9 meses de vida, mas primeiro deve-se oferecer somente 1/4 de uma gema de ovo cozida para avaliar se o bebê apresenta sintomas ou não, e após 15 dias pode-se oferecer metade de uma gema e após outros 15 dias, a gema inteira, sempre observando se o bebê apresenta alguma reação.