Mostrar mensagens com a etiqueta Crianças. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Crianças. Mostrar todas as mensagens

sábado, 21 de março de 2015

alergias na gravidez

A gravidez é um motivo de alegria, mas também pode ser uma preocupação quando a mulher é alérgica. Mas, a alergia não impede uma gestação saudável e nem o tratamento. Por isso é necessário entender a doença alérgica e sua relação com a gestação.
  


ALERGIAS RESPIRATÓRIAS NA GESTANTE 
 Rinite alérgica 
 A rinite alérgica é uma doença comum na mulher jovem e por isso é bastante vista em gestantes. Os sintomas principais são: espirros repetidos, coriza líquida, coceira em narinas, olhos, ouvidos, céu da boca, ouvidos, congestão e obstrução nasal. Pode ocorrer também gotejamento de secreção na parte posterior do nariz, provocando pigarro ou tosse. Em alguns casos, podem surgir também olhos avermelhados, irritados, lacrimejando e coçando. Uma mulher pode ter rinite e piorar na gravidez. Mas, existem casos (mais raros) onde a rinite resulta da gestação e desaparece após o parto. A maior queixa da gestante é a obstrução nasal e por conseqüência, a respiração bucal. Ou seja, em função das narinas constantemente obstruídas, a gestante passa a respirar com a boca aberta (ou semi-aberta), o que termina por provocar pigarro, ressecamento, infecções de amígdalas ou da faringe, além de prejudicar o sono, impedindo um repouso adequado e prejudicando suas atividades em casa e no trabalho. A rinite também pode provocar crises de a asma, pois as vias respiratórias são unidas: do nariz até os pulmões! Não adianta tratar só a asma sem tratar a rinite e vice versa. Os remédios de maneira geral podem ser usados com segurança, desde que prescritos pelo médico. O uso de "gotas nasais" deve ser evitado, pois estes remédios não resolvem o problema e, pelo contrário, pioram o entupimento nasal, podendo levar a vício. Além disso, prejudicam o olfato e podem provocar aumento da pressão arterial. Hoje existem sprays nasais que controlam os sintomas da rinite de forma segura tanto para a mãe como para o feto. 

Sinusite 
 A sinusite é a complicação mais comum da rinite alérgica e consiste na inflamação dos seios da face. Como a gestante não pode fazer exames de raios X, a doença é reconhecida pelo surgimento dos sintomas: dor de cabeça, obstrução nasal persistente, secreção catarral do nariz, febre ou mal estar. Em muitos casos o único sintoma da sinusite é uma tosse insistente com piora noturna. O tratamento é feito com antibióticos orientados pelo médico, de acordo com cada caso. 

Asma (ou bronquite alérgica ou bronquite asmática)
 A mulher portadora de asma pode melhorar ou piorar durante a gravidez. Não há como prever quem será “beneficiada” ou “prejudicada”, pois uma mesma mulher pode melhorar numa gravidez, piorar em outra e vice-versa. Existem ainda os casos onde a primeira crise de asma surge durante a gestação. É importante lembrar que as alterações hormonais da gravidez podem provocar sensação de falta de ar em qualquer gestante e isso não significa que seja asma. A própria gestação e o aumento da barriga levam a uma diminuição da capacidade de expansão dos pulmões e podem prejudicar a respiração, contribuindo para que a grávida sinta falta de ar. Por isso, é muito importante que o diagnóstico de asma seja feito pelo médico e não baseado em suposições. O tratamento da asma é sempre recomendado, pois se a mulher não respira suficientemente, o bebê vai receber menos oxigênio. Manter a doença sem controle na gravidez aumenta o risco de internações e as complicações tanto para a mãe como para o feto. Algumas gestantes necessitam usar remédios diariamente durante toda a gravidez, mesmo fora de crise, para controlar a asma e prevenir seu agravamento. Os medicamentos indicados para tratar asma podem ser mantidos na gravidez, sem danos para o feto, mas nunca devem ser usados sem orientação médica. O tratamento da gestante deve ser feito, sempre que possível, com medicamentos inalados, chamados popularmente de “bombinhas”, pois atuam diretamente nos brônquios e têm menos efeitos colaterais do que comprimidos e xaropes. Mas, tratar asma não se resume apenas aos remédios: é preciso procurar as causas e agravantes da doença e, se possível, afastá-los.

 ALERGIAS DA PELE NA GESTANTE 
 A pele se modifica na gravidez em resposta às alterações hormonais: fica mais ressecada, com aumento da transpiração, maior propensão a estrias e manchas, podendo surgir coceiras e outras alterações cutâneas. As doenças alérgicas cutâneas mais comuns na gestação são: 

 Dermatite atópica: É uma condição genética que pode piorar na gestação. Manifesta-se por lesões ressecadas, de aspecto eczematizado, em geral localizadas em dobras de braços, pescoço e pernas. A pele do corpo fica ressecada e irritada. O tratamento inclui antialérgicos e cremes próprios para melhorar os sintomas cutâneos. 

Dermatite de contato: pode ocorrer na gravidez e se relaciona ao contato com determinadas substâncias, como por exemplo o níquel contido em bijuterias, causando eczema e coceira no local do uso. Nem sempre é fácil identificar o produto causador da lesão, podendo ser necessário a avaliação de um especialista e a realização de testes cutâneos. O tratamento inclui cremes especiais, mas também o afastamento do fator que está causando a lesão.

Urticária: surgem placas avermelhadas acompanhadas de coceira em locais variados do corpo, em geral com duração fugaz. Pode ou não estar relacionada com a gravidez. A causa mais comum é o uso de medicamentos ou de certos alimentos. É importante esclarecer a causa para que se possa ter sucesso no tratamento. 

Dicas para a gestante alérgica
- Se você tem asma, não pare o tratamento ao saber da gravidez. Marque uma consulta com o seu alergista. Asma bem controlada não ameaça a gravidez: crises repetidas podem causar dano ao bebê. 
- Lave as narinas diariamente com soro fisiológico. 
- A pele fica ressecada na gravidez. Por isso, banhos não devem ser demorados e nem quentes. Não use buchas ou esponjas. Utilize sabonete para pele seca e aplique hidratante logo após o banho, com a pele ainda umedecida. 
- Alimente-se bem, incluindo verduras, legumes e ingestão de líquidos: sucos naturais ou água. 
- Amamente seu bebê: os remédios para alergia não impedem a amamentação. 
O leite materno é uma grande arma de defesa para o bebê, em especial nos primeiros meses de vida, quando a produção de anticorpos pelo organismo infantil ainda não começou.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Alergia a chocolate - mito ou fato?



Consulte o alergista antes de proibir uma criança de comer chocolate. Saiba que a alergia verdadeira ao cacau contido no chocolate é bem rara. E, quando ocorre uma reação inesperada, é mais provável que a alergia tenha resultado de um ingrediente usado em seu preparo. Segue abaixo uma lista de algumas destas substâncias:
1. Leite – a maioria dos ovos de páscoa leva leite em sua composição.
2. Amendoim, nozes, castanhas
3. Trigo e glúten – o recheio de alguns tipos de ovos é feito com uma pasta que utiliza farinha de trigo ou amido de trigo ou malte de cevada. 
4. Soja- a lecitina de soja é usada como estabilizante na manufatura do chocolate
5. Milho- usado principalmente no chocolate branco sob a forma de xarope de milho.
6. Cafeína – é encontrado em quantidades baixas, sendo que o chocolate escuro tem mais cafeína do que o chocolate ao leite.
7. Aditivos – corantes, essências, conservantes, aromatizantes, entre outros 
Além disso, o chocolate contém alguns agentes farmacológicos como a teobromina e a feniletilamina, que podem ocasionar efeitos indesejáveis, não alérgicos.


A base do tratamento da alergia alimentar é afastar o alimento suspeito e se necessário, substituir por outro de igual valor nutricional.  Por isso, é importante que familiares e pacientes leiam cuidadosamente os rótulos, identificando os nomes que possam corresponder ao alimento a ser evitado. 


O médico alergista orientará cada caso. Hoje o mercado oferece muitas opções de ovos de páscoa, tanto para os alérgicos ao leite como para os portadores de intolerância à lactose, permitindo que todos possam participar da festa sem se sentirem excluídos. E, nos casos comprovados de alergia, onde o chocolate necessita mesmo ser afastado, a solução pode ser trocar os ovos de páscoa por um brinquedo e manter a alegria da festa.

Alergia ao amendoim

Informação sobre a alergia

As pessoas possuem alergia a noz ou amendoim porque seus corpos acham que as proteínas contidas nesses alimentos são prejudiciais. O sistema imunológico gera anticorpos que distribuem substâncias químicas no sistema circulatório, o que causa os sintomas da reação alérgica.

Reação

Indiferentemente da quantidade de exposição aos agentes alergenios, a reação alérgica ao amendoim ou noz pode ser severa. Vómito, diarreia, chiado na respiração, urticária, coceira e inchaço da pele, olhos, nariz, boca e garganta podem ocorrer como resultado da reação alérgica.

Redução de contato


É importante que pessoas alérgicas a amendoim e outras nozes evitem amendoim, pistache, noz de pecã, amêndoas, castanha de caju, castanha do pará, avelã e macadâmia. O acesso na casa a essas nozes deve ser limitado e os alimentos desconhecidos não devem ser consumidos, a não ser que eles tenham sido preparados em casa sem a contaminação por nozes.

Consciencialize-se

Procure se informar e informar seus entes queridos a respeito de alimentos que contenham ou podem conter amendoim ou outras nozes. Sempre peça uma lista dos ingredientes usados quando comer fora de casa. Se você sentir que comeu um alimento que contém nozes, procure um médico imediatamente.

Esteja preparado

Crie um plano de emergência em caso de alergia para você, seu esposo ou seus filhos. Apresente-o em creches, escolas, para babás, locais de trabalho e para membros da família. Mantenha epinefrina (um hormona que prepara o corpo para uma situação de emergência) em sua posse 24 horas por dia.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Alergia ao pó do giz

Muitos de professores de hoje optam para que o giz dustless mantenha as mãos e as salas de aula limpas. Mas de acordo com um estudo publicado na introdução de Maio dos Anais da Alergia, a Asma & a Imunologia, o jornal científico da Faculdade Americana da Alergia, a Asma e a Imunologia (ACAAI), esta escolha no giz pode causar sintomas da alergia e da asma nos estudantes que têm uma alergia do leite.
A Caseína, uma proteína de leite, é usada frequentemente no giz do baixo-pó. Quando as crianças alérgicas do leite inalam as partículas do giz que contêm a caseína, os ataques de asma risco de vida e outras edições respiratórias podem ocorrer.
“Gizes que são etiquetados como sendo partículas pequenas da anti-poeira ou da libertação imóvel dustless no ar,” disse Carlos H. Larramendi, DM, autor do estudo do chumbo. “Nossa pesquisa encontrou quando as partículas são inaladas por crianças com alergia do leite, tossir, chiando e a falta de ar pode ocorrer. A Inalação pode igualmente causar a congestão nasal, espirrar e um nariz ralo.”
A alergia do Leite afecta 300.000 crianças calculadas nos Estados Unidos, de acordo com o ACAAI. Embora se acredite a maioria das crianças superará a alergia do leite pela idade três, os estudos recentes contradizem esta teoria, mostrando que as crianças envelhecidas escola estão afectadas ainda. Contudo, 80 por cento das crianças com alergia do leite superar-a-9&z provavelmente pela idade 16.
O “Giz não é o único item em um ajuste da escola que possa ser incómodo ordenhar estudantes alérgicos,” disse James Sublett, DM, cadeira do Comité de Ambiente Interno de ACAAI. De “as proteínas Leite podem igualmente ser encontradas na colagem, papel, tinta, e nos almoços de outras crianças.”
Mesmo como consequência dos whiteboards, os projectores aéreos e as tabuletas, giz são um grampo da sala de aula que provavelmente não se torne extinto muito em breve. Os Pais com as crianças alérgicas do leite devem pedir para ter sua criança assentada na parte de trás da sala de aula onde são menos prováveis inalar a poeira do giz, recomendam Sublett.
Os “Professores devem ser informado sobre alimentos e outros disparadores que puderam causar problemas de saúde para crianças,” disse Sublett. “Um plano para tratar as emergências da alergia e da asma deve igualmente ser compartilhado com os professores, os treinadores e a enfermeira da escola. As Crianças devem igualmente levar a epinefrina prescrita allergist, os inalador ou as outras medicamentações do salvamento.”

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Alergia ao beijo

Uma menina inglesa de 6 anos tem uma alergia tão grave que poderia morrer com um simples beijo. Foi o que quase aconteceu quando a irmã de Isla Franks bebeu leite e horas depois encostou no rosto dela. Por essa enorme sensibilidade, o corpo inteiro da garota vive enrolado emligaduras.
A reacção da criança a alérgenos como ovo, leite, trigo, grama, poeira e gato é tão grave que as roupas dela são mantidas em um freezer, para evitar uma eventual resposta a ácaros.
Isla foi diagnosticada com apenas seis meses de idade e, desde então, tem um armário especial onde seus alimentos são guardados – para evitar o contacto com outras coisas.
Quando uma alergia ocorre, surgem erupções na pele da menina, que sente muita dor. Nesse caso, é colocada uma camada de curativos molhados por baixo dos secos, para aliviar o desconforto.
Segundo os pais, as pessoas acham que a filha se queimou e, por isso, usa as ligaduras. A mãe revela que dorme com a garota para evitar que ela puxe estas durante o sono.
Além disso, a criança deixa de participar de várias atividades que as amiguinhas normais fazem, como ir a uma festa, brincar fora de casa, praticar desportos e até sentar em um tapete, pois, se alguém comer algo a que ela é alérgica e depois tocar nela, pode ser fatal.
A mãe conta que, certo dia, Isla viu alguns colegas tomando sorvete e perguntou como era o gosto do alimento, o que partiu o coração da mulher. Mas ela também destaca que a menina é corajosa e sorridente, como dá para ver na foto acima.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Doenças alérgicas na infância

Doenças alérgicas

Conheça as principais doenças alérgicas e saiba porque estão a aumentar

Espirros, nariz a pingar, olhos vermelhos, tosse e comichão na pele.
Estes são os sintomas das alergias que mais frequentemente assolam as pessoas que delas sofrem com a chegada da Primavera.
A reacção alérgica é uma das consequências possíveis do funcionamento do sistema imunológico do ser humano, que se defende desta forma dos numerosos micróbios e substâncias presentes nos alimentos, no ar e nos objectos.
Essas substâncias (antigénios) são identificadas como estranhas ao organismo pelo sistema imunológico, através de proteínas especiais que circulam no sangue e em todos os líquidos orgânicos, os anticorpos, ajudando a captar e eliminar os antigénios invasores.
De acordo com a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), há cerca de 30 anos, descobriu-se que as pessoas com alergia produzem um anticorpo especial (imunoglobulina E - IgE). E fazem-no para substâncias inofensivas e banais no ambiente: pólens de plantas, componentes do pó da casa, alimentos como o leite ou os ovos, etc.
São os chamados alergénios. Uma vez produzida, esta IgE liga-se a células especiais (mastócitos) muito abundantes na pele e nas mucosas (o revestimento do aparelho respiratório e do tubo digestivo) à espera do seu alergénio.