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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Alergia ao beijo

Uma menina inglesa de 6 anos tem uma alergia tão grave que poderia morrer com um simples beijo. Foi o que quase aconteceu quando a irmã de Isla Franks bebeu leite e horas depois encostou no rosto dela. Por essa enorme sensibilidade, o corpo inteiro da garota vive enrolado emligaduras.
A reacção da criança a alérgenos como ovo, leite, trigo, grama, poeira e gato é tão grave que as roupas dela são mantidas em um freezer, para evitar uma eventual resposta a ácaros.
Isla foi diagnosticada com apenas seis meses de idade e, desde então, tem um armário especial onde seus alimentos são guardados – para evitar o contacto com outras coisas.
Quando uma alergia ocorre, surgem erupções na pele da menina, que sente muita dor. Nesse caso, é colocada uma camada de curativos molhados por baixo dos secos, para aliviar o desconforto.
Segundo os pais, as pessoas acham que a filha se queimou e, por isso, usa as ligaduras. A mãe revela que dorme com a garota para evitar que ela puxe estas durante o sono.
Além disso, a criança deixa de participar de várias atividades que as amiguinhas normais fazem, como ir a uma festa, brincar fora de casa, praticar desportos e até sentar em um tapete, pois, se alguém comer algo a que ela é alérgica e depois tocar nela, pode ser fatal.
A mãe conta que, certo dia, Isla viu alguns colegas tomando sorvete e perguntou como era o gosto do alimento, o que partiu o coração da mulher. Mas ela também destaca que a menina é corajosa e sorridente, como dá para ver na foto acima.

Alergia á rede wi fi

A tecnologia, que surpreende por suas inovações, está causando surpresa também à comunidade médica mundial, e grande controvérsia, devido a uma nova doença que surge: alergia ao Wi-Fi.
O Wi Fi, ou a rede de internet sem fios, pode esconder mais um perigo à saúde humana por conta da desencadear alergia em pessoas que sejam sensíveis a um dos feixes destesinal eletromagnético.O estudo realizado nos Estados Unidos mostra que pelo menos 5% das pessoas que estejam expostas à este tipo de sinal, pode desenvolver a alergia. Trata-se de uma condição denominada Hipersensibilidade Electromagnética.
Os sintomas são cãimbras musculares, dor de cabeça, ou dores crônicas.
Médicos americanos alertam que os sintomas podem ser agravados pelo exposição contínua também aos sinais de telefones móveis – que são muito fortes, e até mesmo aos sinais de satélites.
A americana Diane Schou, uma das pessoas que sofre com a alergia, contou à rede BBC News, que entre os sintomas iniciais, sentiu o rosto ficar vermelho, dor de cabeçavisão turva, e uma dor intensa quando tentava pensar. Com a evolução dos sintomas, passou a ter dores no peito.
Tentando reduzir os efeitos, Diane Schou fez alterações em casa, colocando uma proteção impermeável de ondas eletromagnéticas. Mas a medida foi insuficiente, e a americana foi obrigada a mudar-se para uma cidade no interior, longe de tanta exposição às redes Wi-Fi, como medida de proteção à própria saúde.
Vários casos semelhantes começam a ser diagnosticados.
A polêmica já se instalou, e enquanto paises como Suiça e Suécia, acreditam na existência da condição como maléfica para a saúde humana, cientistas do Reino Unido preferem esperar por mais comprovações. Alguns médicos ingleses defendem, inclusive, que esses sintomas não passam de reações psicossomáticas.
Já a organização americana Powerwatch, que verifica os efeitos dos campos eletromagnéticos, afirma que entre 3% e 4% da população mundial sofre sim desta hipersensibilidade.
Enquanto isso, a Organização Mundial da Saúde, a OMS, se posicionou, afirmando que não há diagnosticos médicos claros, ainda. Primeiro, há que ter uma base cientifíca antes de nominar a hipersensibilidade como doença, oficialmente.

Alergia ao exercício físico

Roberta Kwok, do site The Last Word On Nothing, compartilhou seu terror em um post recentemente. Ao que parece, a condição é chamada de “urticária colinérgica”.
Kwok acredita sofrer dessa condição. Mas, enquanto ela só sente o desconforto quando corre, a miséria de algumas pessoas é bem maior. Ela citou, por exemplo, um paciente de 25 anos com um caso tão grave que ele começa a coçar até quando sobe um lance de escadas ou carrega mantimentos.
Ao procurar por uma explicação na internet, Kwok notou que uma das sugestões mais comummente citadas é o colapso de capilares. Pessoas fora de forma, ao se aventurar em seus ténis pela primeira vez em semanas ou meses, podem estourar esses vasinhos, que se abrem para permitir maior fluxo de sangue às pernas, o que envia um sinal de “coceira” para o cérebro.
No entanto, se essa fosse a causa da coceira, com a prática e o tempo, ela deveria passar. O problema é que mesmo pessoas saudáveis e praticantes regulares de exercício físico apresentam a coceira – que pode ser tão desconfortável que seus sofredores a descrevem como “insana”, “um verdadeiro inferno”, e suficiente para fazê-los querer “coçar até sangrar”, “pegar uma faca para as pernas”, ou “explodir o rosto”.
Essas infelizes pessoas podem ter uma doença chamada urticária colinérgica: uma urticária induzida pelo exercício, pelo aumento da temperatura corporal ou pelo stress. Ou seja, costuma aparecer após actividades que aumentam a temperatura corporal, como banhos quentes, hidromassagem, uso de saunas, exercícios físicos, febre, ansiedade ou stress emocional.
É mais comum em adolescentes e adultos e caracteriza-se por coceira intensa, manchas vermelhas na pele e inchaço. Normalmente, manifesta-se de 2 a 30 minutos após a elevação da temperatura corporal e pode durar de 20 a 90 minutos.
Como com outras alergias, a urticária colinérgica pode variar de mais leve a mais grave – de sintomas como eritematosa, erupções na pele, a uma reação anafilática potencialmente fatal. Se você crê que possui a condição, procure um médico.
Existe tratamento à base de medicamentos. O mais comum são anti-histamínicos (anti alérgicos), que aliviam a coceira para muitas pessoas. Em alguns casos, pode ser que não funcione. O homem que mal podia subir escadas, por exemplo, só encontrou conforto com anticorpos contra a
imunoglobulina E, uma proteína envolvida nas reações alérgicas. 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Alergia á agua

Em todo o mundo, são comuns os casos de pessoas que nascem com alergia à pêlos de determinados animais, pólen, ácaro e outros. Mas você já conheceu alguma pessoa com alergia a água?
Conhecida como Urticária aquagênica, essa condição causa vermelhidão e coceira em excesso em pessoas que a possuem e tem contato com água. Este é um tipo de urticária extremamente raro e que atinge uma pequena massa da população comparados a outros tipos de urticárias.
Dermatologistas apontam que esta seria uma hipersensibilidade à íons encontrados em água não-destilada. Apesar disso, outros casos de pessoas com reações à água destilada também já foram registrados. De acordo com o portal Tua Saúde, a urticária é uma reação alérgica e como toda reação alérgica ela tem controle. O ideal é que o indivíduo não entre em contato com as substâncias que possam desencadear um quadro alérgico por toda a vida. Como a água é um meio essencial para a sobrevivência de qualquer ser vivo, o ideal é que os atingidos tenham contatos em curtos períodos com o líquido na pele.
CASO RECENTE
Urticária aquagênica

Uma reportagem publicada este mês pelo portal Daily Mail contou a história de Rachel Prince, moradora de Ripley, em Derbyshire (Reino Unido), que tem Urticária aquagênica. Por conta disso, ela não pode tomar banhos longos. Segundo a reportagem, até quando beija seu namorado, o contato com a sua saliva causa reações de vermelhidão e coceira em seu corpo.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Alergias mais raras

Acredite se quiser: existe um dia no calendário para celebrar as terríveis alergias. A data é 8 de julho, considerado o Dia Mundial da Alergia.
A alergia é uma reação extrema do organismo quando em contato com alimentos, medicamentos, poeira, ácaros, pólen e fungos. Mas, nem todas as alergias são assim convencionais. Existem alergias bizarras e quase inacreditáveis.
Confira o Top 10 das alergias mais bizarras do mundo:
1 – Alergia ao próprio filho – A medicina relatou casos de mães que, quando em contato com os filhos, sofrem de bolhas e erupções cutâneas. Esse tipo de alergia atinge a mulher logo após o parto e é chamada de Penfigóide Gestacional. O problema atinge uma mulher a cada 50 mil gestações.
2 – Alergia à água – Algumas pessoas não podem nem pensar em nadar, mergulhar ou tomar uma ducha depois de um dia estressante de trabalho. Uma doença rara chamada urticária aquagênica gera coceiras e caroços vermelhos no corpo de pessoas alérgicas. Nesses casos, tomar banho é doloroso.
3 – Alergia a sexo – Essa alergia é na verdade uma hipersensibilidade ao plasma seminal humano. Algumas mulheres desenvolvem alergia ao sémen do parceiro, fato que gera coceiras e irritações na área de contato.
4 – Alergia a madeira – Essa alergia provoca erupções na pele. Trata-se de uma alergia rara à poeira da serragem.
5 – Alergia a exercícios físicos – Essa alergia é chamada Anafilaxia Induzida pelo Exercício – uma reação alérgica grave causada pelo exercício e pela ingestão de determinados alimentos antes da prática esportiva. Os sintomas são fadiga, vermelhidão, urticária e perda de consciência.
6 – Alergia a rede wi-fi – Já foram relatados casos de alergias às ondas eletromagnéticas das redes Wi-Fi de internet sem fio. Essa alergia causa dor de cabeça.
7 – Alergia ao sol – A urticária solar é um tipo de hipersensibilidade que aparece ao menor nível de exposição ultravioleta. A alergia causa urticárias na pele.
8 – Alergia à vida moderna – Essa alergia ataca quando em contato com novas tecnologias, como computadores, celulares, fornos de microondas e automóveis. O problema resulta em dores de cabeça e irritações na pele.
9 – Alergia a beijo – Alguns beijos podem resultar em processos alérgicos dependendo do que as pessoas envolvidas no ato comeram previamente.
10 – Alergia a roupas íntimas – Alguns tecidos utilizados em roupas íntimas causam irritações, bolhas e coceiras. O problema ocorre principalmene com poliéster e algodão.