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sábado, 21 de março de 2015

Alergias sazonais

Tudo que você precisa saber para ficar longe de alergias sazonais

Se a estação está mudando de os invernos de congelamento para a primavera agradável, ou você está testemunhando o desvanecimento do verão e início do outono, um grande número de pessoas experimentar a criação de alergias sazonais em diferentes formas.
Corrimento nasal, espirros, respiração ofegante, os olhos vermelhos e lacrimejamento e coceira são alguns dos sintomas mais comuns que afetam a milhões de norte-americanos, bem como pessoas de todo o mundo.

O que é alergia sazonal?

Alergia sazonal é a reação alérgica no corpo que normalmente é visto durante um determinado tempo no ano, como durante o outono ou primavera. Este tipo de alergia é geralmente causada devido a uma alergia ao pólen, tais como a partir de ervas daninhas, ervas, e árvores. Por outro lado, a alergia perene, causada devido a ácaros de poeira ou pêlos de animais, pode ser visto ao longo do ano. Alergia a mofo pode desencadear tanto perene, bem como alergia sazonal.

Sazonais sintomas de alergia

Os sintomas comuns de alergias sazonais incluem congestão nasal, espirros, prurido do nariz, corrimento nasal, gotejamento pós-nasal, e muito mais. Todas as pessoas não experimentam todos esses sintomas ao mesmo tempo, mas um desses sintomas é dominante é cada pessoa que sofre de alergias sazonais. A maioria das pessoas confundem alergia sazonal a resfriado comum como os sintomas da desordem ambos são o mesmo, apenas um allergist pode detectar a diferença entre os dois.

Opções de tratamento para alergias sazonais

Se você também está sofrendo de alergias sazonais, o bom é saber que uma série de opções de tratamento estão disponíveis para tratar o problema. Leia para saber mais sobre os 10 melhores tratamentos para a alergia sazonal.

Tratamento 1: Alívio natural

Suplementos de ervas pode fornecer alívio satisfatório dos sintomas de alergia sazonal. Um tónico feita usando erva goldenseal e liofilizados urtigas pode ser extremamente eficaz. Além disso, a solução salina spray nasal, feita com água salgada, pode ajudar na eliminação de muco fino e lavando pólen. Além dessas ervas, os médicos também recomendam a ingestão de determinados nutrientes para aliviar os sintomas, tais como extrato de semente de uva, ou a quercetina, que é um composto de flavonóides.

Tratamento 2: Anti-histamínico

Medicamentos anti-histamínicos estão disponíveis numa variedade de formas, incluindo cápsulas, comprimidos, xaropes e comprimidos para mastigar. A quantidade de medicação que deve ser tomada depende das características dos pacientes, bem como sobre o tipo de preparação a ser dado a ele. No entanto, tenha em mente que os comprimidos anti-histamínico pode causou sonolência e, portanto, ele nunca deve ser tomada antes de fazer qualquer atividade que exige concentração mental, como a condução de um veículo. De preferência, deve ser tomado à noite.

Tratamento 3: Descongestionantes

Descongestionantes funcionar para reduzir a congestão nasal, a qual provoca a constrição de vasos sanguíneos e redutores de fluxo de sangue na passagem nasal. No entanto, uma reação alérgica para pessoas descongestionantes deve ser verificado antes de tomar este medicamento.

Tratamento 4: Anti-colinérgicos Spray Nasal

Anti-colinérgicos sprays nasais são utilizadas para a redução do problema da rinorreia como cortam a secreção das glândulas nasais que revestem a passagem nasal, quando pulverizado no interior de cada narina. No entanto, qualquer pessoa que é alérgica aos componentes de sprays nasais devem
evitar o uso deste produto. Caso contrário, o pulverizador pode ser utilizado uma vez ou duas vezes durante o dia, durante 2 ou 3 dias. Este produto não interfere com o funcionamento de outras drogas, assim, ele pode ser tomado sem se preocupar com os efeitos colaterais.

Tratamento 5: Inibidor Mastócitos

Estas drogas trabalham para impedir a descarga de produtos químicos histamina e outras que são conhecidas por provocar sintomas alérgicos dos mastócitos em entrar em contato com qualquer tipo de alérgenos como pólen. Para ter certeza de que este trabalho de drogas, é muito importante tomar as doses com frequência como o seu efeito não dura mais de 8 horas. Estes medicamentos estão disponíveis como sprays nasais, que pode ser bastante útil na prevenção de nariz escorrendo.

Tratamento 6: Steroid baseados sprays nasais

Esses sprays ajudar na redução da inflamação no interior da passagem nasal, diminuindo os sintomas de alergia nasal. No entanto, por vezes, sprays nasais esteróides pode levar a dores de garganta ou nariz sangrando. Portanto, tenha cuidado ao usar-los.

O tratamento 7: Inibidores de leucotrieno

Os leucotrienos são substâncias químicas que promovem a inflamação das partes do corpo que entram em contato com os alérgenos. Impedindo estas substâncias químicas ajuda na redução da inflamação.

Tratamento 8: Alimentos combate Alergia

De acordo com um certo número de estudos levados a cabo, constatou-se que a ingestão de alimentos ricos em Omega-3 Fatty Acid pode ajudar na redução dos sintomas de alergia, em comparação com aqueles que não comem tais alimentos. Basicamente, ácidos graxos ômega 3 ajudar no combate a inflamação e pode ser encontrado em quantidade abundante em nozes, óleo de linhaça, peixes de água fria, e na grama alimentados com ovos e carne. Assim, as pessoas que normalmente sofrem de alergias sazonais devem comer esses alimentos regularmente.

Tratamento 9: tiros da alergia

Os tiros da alergia, também chamada imunoterapia são oferecidos aos pacientes que sofrem de alergias a aumentar a sua tolerância para com alérgenos. Essas fotos são geralmente dada para as pessoas que sofrem de casos graves de alergias ou aqueles que experimentam os sintomas da alergia por mais de 3 meses em um determinado ano. No entanto, é importante lembrar que o tiro de alergia não pode curar a alergia, mas só pode reduzir a sensibilidade de algumas substâncias. Se você experimentar alguns efeitos colaterais, como a sensação de aperto na garganta ou falta de ar depois de tomar essas vacinas de alergia, você deve visitar o seu médico imediatamente.

Tratamento 10: se livrar de Alérgenos Pessoalmente

Uma das maneiras mais práticas de lidar com a alergia sazonal é descobrir os gatilhos de suas alergias sazonais e evitar todas elas, tanto quanto possível. Por exemplo, pacientes com asma geralmente são alérgicas a poeira, portanto, eles devem fazer todos os esforços para manter-se longe de poeira, como a limpeza de sua casa e ao redor e mantendo-os livres de poeira. Pessoas alérgicas a perfumes pungentes deve ficar longe de todos os itens perfumados. Este é o método mais barato e mais eficaz para o tratamento de alergias sazonais.
Todas estas opções de tratamento são bastante eficazes no tratamento dos sintomas de alergias sazonais. É até você para encontrar o melhor método que melhor lhe convier e usá-lo para obter alívio destes sintomas angustiantes.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Alergia ao peixe

Algumas pessoas que são alérgicas ao peixe são capazes de consumir marisco; por outro lado, enquanto algumas pessoas que não podem comer marisco podem ter peixe. Alergia de peixes se manifesta quando indivíduos têm uma reação negativa de médica para certas proteínas nos peixes. Muitas pessoas são alérgicas aos tipos de peixes que são geralmente consumidas por outros; como o bacalhau, Pollock, salmão, atum e Pargo. Teste de alergia pode ser usado para verificar se uma pessoa é alérgica a peixe.
Uma alergia de peixes mais frequentemente do que não começa na maturidade e pode ser algo que dura toda a vida. Devido ao fato de que as proteínas que causam reações alérgicas em pessoas tendem a ser encontrados em uma seção de transversal ampla de peixes, as pessoas que são alérgicas são muitas vezes disse para ficar longe de peixes por completo. No entanto, se um indivíduo quer continuar a comer os peixes não têm reação alérgica a e, em seguida, teste de alergia pode ser usado para fazer a diferenciação para eles.
Um indivíduo pode não ser alérgico a um peixe específico, mas pode ser alérgico para os peixes que se comem. Ainda que esta é uma alergia incomum, pode ser mais maddening, como você pode ter uma reação alérgica a uma refeição de peixe um dia e na próxima vez que você têm-lo, ele não afetá-lo. Teste vigilante pode ser a única maneira de identificar quais peixes você é alérgico.
Comumente, peixe alergias se manifestam de forma física, onde a boca coça; há irritação da pele e mal-estar do intestino. Algumas pessoas têm uma reação mais grave; aprove há um alargamento dos seus airways que pode levá-los a entrar em choque anafilático. É importante para você saber de pessoas que também consumiu a farinha de peixe, se eles estão experimentando a mesma reação. Se não, então você deve ir ao médico para obter o teste de alergia e o tratamento se necessário. No entanto, ou não outras pessoas estão tendo a mesma reação, uma 
vez que sua reação for grave, você deve ir ao médico imediatamente.
Como já aludido para, você pode ter uma reação alérgica a pescar por meio de contaminação cruzada. Como tal, deve ser cuidado quando você decide para peixes de ordem em um restaurante. Restaurantes que usam uma grade inadvertidamente podem causar contaminação cruzada quando o ar torna-se um maestro. Pessoas que sofrem de alergias de peixe também devem evitar restaurantes asiáticos ou, pelo menos, perguntar o que está em seus molhos, como muitos de seus molhos têm peixes neles. Pratos mediterrânicos são também amplamente conhecidos para a inclusão de peixes em seus ingredientes. Com isto em mente, as pessoas que têm uma história de alergia de peixe devem certificar-se de que garçons sabem que eles não devem estar consumindo peixes sob qualquer forma

Alergia a chocolate - mito ou fato?



Consulte o alergista antes de proibir uma criança de comer chocolate. Saiba que a alergia verdadeira ao cacau contido no chocolate é bem rara. E, quando ocorre uma reação inesperada, é mais provável que a alergia tenha resultado de um ingrediente usado em seu preparo. Segue abaixo uma lista de algumas destas substâncias:
1. Leite – a maioria dos ovos de páscoa leva leite em sua composição.
2. Amendoim, nozes, castanhas
3. Trigo e glúten – o recheio de alguns tipos de ovos é feito com uma pasta que utiliza farinha de trigo ou amido de trigo ou malte de cevada. 
4. Soja- a lecitina de soja é usada como estabilizante na manufatura do chocolate
5. Milho- usado principalmente no chocolate branco sob a forma de xarope de milho.
6. Cafeína – é encontrado em quantidades baixas, sendo que o chocolate escuro tem mais cafeína do que o chocolate ao leite.
7. Aditivos – corantes, essências, conservantes, aromatizantes, entre outros 
Além disso, o chocolate contém alguns agentes farmacológicos como a teobromina e a feniletilamina, que podem ocasionar efeitos indesejáveis, não alérgicos.


A base do tratamento da alergia alimentar é afastar o alimento suspeito e se necessário, substituir por outro de igual valor nutricional.  Por isso, é importante que familiares e pacientes leiam cuidadosamente os rótulos, identificando os nomes que possam corresponder ao alimento a ser evitado. 


O médico alergista orientará cada caso. Hoje o mercado oferece muitas opções de ovos de páscoa, tanto para os alérgicos ao leite como para os portadores de intolerância à lactose, permitindo que todos possam participar da festa sem se sentirem excluídos. E, nos casos comprovados de alergia, onde o chocolate necessita mesmo ser afastado, a solução pode ser trocar os ovos de páscoa por um brinquedo e manter a alegria da festa.

Alergia aos frutos do mar

 A alergia a frutos do mar (camarão, carangueijo, marisco, siri, lagosta e peixes) está presente em 1% a 3% da população, principalmente em adultos. É menos comum na infância devido a menor ingestão destes alimentos.  Em geral, uma vez diagnosticada, tende a persistir durante a vida toda.

        Alguns estudos analisaram as admissões por reações alimentares em unidades de emergência de hospitais norte-americanos e os crustáceos foram os alimentos mais frequentemente responsáveis pelas reações em pessoas com idade superior a 6 anos.


Características clínicas

A maioria das reações alérgicas ocorre imediatamente (alguns minutos até 2 horas) após a ingestão dos frutos do mar e incluem:
  • coçeira
  • placas avermelhadas no corpo
  • inchaço dos lábios, boca e faringe
No caso do camarão, a reação alérgica pode ser desencadeada após a realização de atividades físicas.

Reações cruzadas com outras fontes de alérgenos

Pessoas alérgicas a peixes e crustáceos frequentemente também afirmam serem alérgicas a ácaros e insetos. Acredita-se que estas ‘reações cruzadas', como são conhecidas, ocorram em função da semelhança de uma proteína presente em todos estes grupos, as chamadas tropomiosinas. Ou seja, mesmo uma pessoa que nunca consumiu frutos do mar poderia tornar-se alérgica a estes através do contato com outras fontes de tropomiosina, como por exemplo ácaros e alguns insetos (como, pasmem!, baratas) que possuem a tropomiosina semelhante à presente nos frutos marinhos.

Diagnóstico

É possível comprovar a presença (ou não) de alergia a frutos do mar. Hoje, existem testes cutâneos com extratos alergênicos capazes de detectar os anticorpos específicos contra estes alimentos. Quando há dúvida, o alergista pode realizar um teste de provocação oral e  monitorar os sintomas.

Tratamento

Apesar dos avanços, o único tratamento efetivo é a exclusão dos frutos do mar da dieta.

É frequente os pacientes questionarem se podem utilizar antialérgicos antes de ingerir camarão para evitar os sintomas. Prestem atenção: esta conduta NÃO deve ser realizada em hipótese alguma.

Vale lembrar que aos que desconfiam ter uma alergia a frutos do mar ou outro alimento recomenda-se sempre procurar um  especialista que poderá fazer exames para determinar a presença (ou ausência) e natureza da alergia, bem como recomendar o tratamento adequado.

Alergia ao amendoim

Informação sobre a alergia

As pessoas possuem alergia a noz ou amendoim porque seus corpos acham que as proteínas contidas nesses alimentos são prejudiciais. O sistema imunológico gera anticorpos que distribuem substâncias químicas no sistema circulatório, o que causa os sintomas da reação alérgica.

Reação

Indiferentemente da quantidade de exposição aos agentes alergenios, a reação alérgica ao amendoim ou noz pode ser severa. Vómito, diarreia, chiado na respiração, urticária, coceira e inchaço da pele, olhos, nariz, boca e garganta podem ocorrer como resultado da reação alérgica.

Redução de contato


É importante que pessoas alérgicas a amendoim e outras nozes evitem amendoim, pistache, noz de pecã, amêndoas, castanha de caju, castanha do pará, avelã e macadâmia. O acesso na casa a essas nozes deve ser limitado e os alimentos desconhecidos não devem ser consumidos, a não ser que eles tenham sido preparados em casa sem a contaminação por nozes.

Consciencialize-se

Procure se informar e informar seus entes queridos a respeito de alimentos que contenham ou podem conter amendoim ou outras nozes. Sempre peça uma lista dos ingredientes usados quando comer fora de casa. Se você sentir que comeu um alimento que contém nozes, procure um médico imediatamente.

Esteja preparado

Crie um plano de emergência em caso de alergia para você, seu esposo ou seus filhos. Apresente-o em creches, escolas, para babás, locais de trabalho e para membros da família. Mantenha epinefrina (um hormona que prepara o corpo para uma situação de emergência) em sua posse 24 horas por dia.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Alergias alimentares

A alergia alimentar é uma resposta imunológica desencadeada por ovos, amendoim, leite ou algum outro alimento determinado.

Causas

Normalmente, o sistema imunológico defende o corpo de substâncias possivelmente nocivas, como bactérias, vírus e toxinas. Em algumas pessoas, a resposta imunológica é desencadeada por uma substância que costuma ser inofensiva, como um alimento específico.
A causa das alergias alimentares está relacionada à produção de um tipo de substância pelo organismo, chamada de anticorpos imunoglobulina E (IgE), que provoca alergias a um alimento específico.
Embora muitas pessoas apresentem intolerância a alimentos, as alergias alimentares são menos comuns. Em uma alergia alimentar real, o sistema imunológico produz anticorpos e histamina em resposta a um alimento específico.
Qualquer alimento pode causar uma reação alérgica, mas alguns alimentos são os principais vilões. Nas crianças, as alergias alimentares mais comuns são:
  • Leite
  • Amendoim
  • Frutos do mar (camarão, caranguejo, lagosta)
  • Soja
  • Frutas secas
  • Trigo
A alergia alimentar geralmente começa na infância, mas pode ocorrer em qualquer idade. Felizmente, muitas crianças se livrarão das alergias a leite, ovos, trigo e soja quando tiverem cinco anos se evitarem esses alimentos antes dessa idade. As alergias a amendoim, frutas secas e frutos do mar tendem a durar a vida toda.
Em crianças mais velhas e adultos, as alergias alimentares mais comuns são:
  • Peixe
  • Amendoim
  • Frutos do mar
  • Frutas secas
Aditivos alimentares, como corantes, espessantes e conservantes, raramente causam reações de alergia ou de intolerância.
Uma síndrome de alergia que afeta a boca e a língua pode ocorrer depois de ingerir determinadas frutas ou hortaliças frescas. Esses alimentos contêm substâncias similares a determinados pólens. Por exemplo, o melão contém substâncias similares ao pólen de tasneira, e a maçã possui alérgenos similares ao pólen de árvore.
Muitas pessoas acreditam ter alergia alimentar, mas, na realidade, menos de 1% deles possui alergias reais. A maioria dos sintomas é causado por intolerância a alimentos como:
  • Derivados de milho
  • Leite de vaca e derivados do leite 
  • Trigo e outros grãos que contêm glúten 

Exames

Em reações graves, você pode apresentar pressão baixa e vias respiratórias bloqueadas.
Às vezes, testes cutâneos e exames de sangue são utilizados para confirmar que você tem uma alergia alimentar. Entretanto, não há critérios bem aceites para diagnosticar a alergia alimentar.
Com as dietas de eliminação, você evita ingerir o alimento suspeito de causar a alergia até que os sintomas desapareçam. Em seguida, os alimentos são reintroduzidos na dieta para verificar se você desenvolve uma reação alérgica.
Nos testes de provocação (desafio), você come uma pequena quantidade do alérgeno alimentar suspeito sob supervisão médica. Esse tipo de teste pode provocar reações alérgicas graves. O teste de provocação só deve ser realizado por um médico.
Nunca tente causar uma reação deliberadamente ou reintroduzir um alimento na dieta por conta própria. Esses testes só devem ser aplicados com orientação de um médico, principalmente se a sua primeira reação foi grave.

Sintomas de Alergia alimentar

Os sintomas de uma alergia alimentar geralmente aparecem imediatamente, em até duas horas depois de comer. Em casos raros, os sintomas podem começar a aparecer horas depois de comer o alimento prejudicial.
Se você apresentar sintomas logo depois de ingerir um alimento específico, é possível que você tenha uma alergia alimentar. Os principais sintomas são urticária, rouquidão e respiração difícil ou ruidosa.
Outros sintomas da alergia alimentar que podem ocorrer:
  • Dor abdominal
  • Diarreia
  • Dificuldade para deglutir
  • Irritação na boca, na garganta, nos olhos, na pele ou em qualquer outra região
  • Tontura ou desmaio
  • Congestão nasal
  • Náusea
  • Corrimento nasal
  • Manchas escamosas com coceira (dermatite atópica)
  • Descamação ou bolhas
  • Inchaço (angioedema), principalmente nas pálpebras, face, lábios e língua
  • Falta de ar
  • Cólicas estomacais
  • Vômito
Sintomas da síndrome de alergia oral:
  • Irritação nos lábios, língua e garganta
  • Inchaço nos lábios (ocasionalmente)

Alergia na pele: sintomas, causas e tratamento

A alergia pode se manifestar de diferentes formas:
A alergia na pele com eczema e urticária
A alergia respiratória com rinite alérgica e asma alérgica
A alergia oftálmica com conjuntivite alérgica
 
Quais são as principais manifestações da alergia na pele?
A alergia pode assumir diferentes formas de manifestações cutâneas:
A urticária ou o angioedema, que é uma reação grave, podendo se desenvolver com risco de vida
O eczema com a dermatite atópica em crianças e o eczema de contato em crianças mais velhas e adultos.
 
Alérgenos responsáveis pela alergia na pele:
Os principais alérgenos responsáveis pela reação alérgica na pele são:
Pelos de animais
Alimentos
Medicamentos
* Os aeroalérgenos (pólen, ácaros, entre outros) raramente dão reações alérgicas do tipo cutânea.
 
Alergia de contato:
As reações alérgicas cutâneas podem ser causadas pelas chamas alergias de contato. Estas reações alérgicas costumam aparecer algumas horas depois de um contato direto da pele com a substância alérgena.
Na maioria das vezes, a alergia na pele se manifesta através de vermelhidão ou pequenas bolhas cheias de líquido. Também acontece regularmente que estas placas sejam irritadas e cocem muito: nesses casos, pode ser que se trate de um eczema de contato.
 
Os possíveis alérgenos:
As alergias de contato podem ser desencadeadas por inúmeros elementos. Particularmente por:
Alguns tipos de cosméticos
Gel de banho ou sabonetes
Desodorante ou perfume
Creme depilatório ou cera
Piercings
Roupas
Alguns tipos de tecidos (como jeans, por exemplo)
Lingeries
Cintos
 
Uma alergia às ervas, plantas, gramas (e tudo o que for gramíneo) também pode desencadear o aparecimento de manchas vermelhas e coceiras no corpo.
 
Alergia aos cosméticos
Seja o shampoo, o creme, a maquiagem ou o delineador de olhos, muitos produtos podem causar alergias de contato que se manifestam principalmente através de coceira e vermelhidão.
Obviamente, será necessário, principalmente, prestar atenção sobre a área que sofre da alergia. Se você sente coceira, inchaço ou amortecimento na boca após o uso do seu batom, provavelmente você tem alergia a ele. Se você tem conjuntivite ou inchaço das pálpebras, você deve se concentrar mais em sua máscara para olhos, por exemplo.
Se uma área maior está envolvida, provavelmente a alergia na pele seja devido a sua colônia ou perfume.
 
Atenção! Não confunda uma reação alérgica nos lábios com uma dermatite atópica (eczema). O melhor meio de fazer a distinção e tratar continua sendo consultar um dermatologista ou um alergologista.
Como evitar as alergias na pele?
Como acontece com qualquer alergia, a melhor maneira de evitar uma nova reação é evitar o alérgeno.
A identificação do alérgeno responsável pode ser feita por meio de testes na pele, administrados por um alergologista.
 
Tratamentos
Os tratamentos da alergia na pele incluem:
Os anti-histamínicos, que limitam a urticária e o prurido
Os corticoides, que reduzem a inflamação e são utilizados sob a forma de creme ou pomada para o tratamento da eczema

Alergia ao ovo

A alergia ao ovo pode ser identificada nos primeiros anos de vida da criança e deve-se a uma reação alérgica do organismo em relação a uma proteína presente na clara do ovo. Os principais causadores da alergia ao ovo estão na clara, são eles: ovoalbumina, ovomucoide e conalbumina.

Sintomas de alergia ao ovo

Os sintomas de alergia ao ovo podem surgir de 30 minutos ou até 4 horas após a ingestão do alimento. Estes sintomas podem ser:
  • Urticária: placas avermelhadas e inchadas na pele;
  • Dificuldade para respirar: respiração curta e rápida;
  • Inchaço da língua e ou garganta;
  • Pressão baixa.

Diagnóstico da alergia ao ovo

O diagnóstico da alergia ao ovo pode ser através do teste da provocação, isto é ingerir o ovo e observar a ocorrência dos sintomas acima citados ou através do teste cutâneo da alergia ao ovo ou teste sorológico. O teste da provocação oral só deve ser realizado pelo médico pelo risco do indivíduo sofrer uma forte reação alérgica que pode causar asfixia.

Tratamento para alergia ao ovo

O tratamento para alergia ao ovo é basicamente excluí-lo da alimentação, e por isso o indivíduo não deverá comer ovo ou qualquer outro alimento que seja preparado com ovo como bolos, pão e biscoitos, por exemplo. É importante ainda observar atentamente os rótulos dos alimentos pois em muitos existe a indicação de que pode haver vestígios de ovo e por isso, estes também não devem ser consumidos.
A alergia ao ovo é mais comum na infância mas na maior parte das vezes, esta alergia é solucionada naturalmente após alguns anos, sem a necessidade de tratamento específico.

Vacina e alergia ao ovo

Algumas vacinas utilizam a clara de ovo quando são fabricadas, e por isso, as crianças ou adultos que tenham grave alergia ao ovo não devem receber estas vacinas. Mas a maior parte dos indivíduos, só possui uma alergia leve ao ovo e para estes a toma da vacina pode ser realizada normalmente. Contudo, se o médico achar que o indivíduo pode ter uma alergia ao ovo grave, ele poderá fazer um tratamento chamado dessensibilização ao ovo antes da vacina ser aplicada.

Prevenção da alergia ao ovo

A prevenção da alergia ao ovo pode ser feita ao introduzir o ovo inteiro na alimentação da criança somente após ela completar 1 ano de idade. A gema do ovo pode ser oferecida para o bebê pela primeira vez quando ele completar 9 meses de vida, mas primeiro deve-se oferecer somente 1/4 de uma gema de ovo cozida para avaliar se o bebê apresenta sintomas ou não, e após 15 dias pode-se oferecer metade de uma gema e após outros 15 dias, a gema inteira, sempre observando se o bebê apresenta alguma reação.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Alergia aos gatos

Quais são os sintomas de alergia a gatos?

Os sintomas de alergia a gato se diferem de pessoa para pessoa. Enquanto algumas pessoas experienciam reações simples como o nariz entupido, outras têm reações mais intensas e em alguns casos, não conseguem respirar.
O que determina a intensidade da reação alérgica de uma pessoa é a maneira com que seu sistema imunológico reage as proteínas liberadas pelo corpo e pela saliva do gato. No caso de quem é alérgico a gato, o corpo, acreditando que as proteínas do gato são perigosas, criam anticorpos e libera histamina para com o fim de proteger.
Caso haja interação entre crianças e gatos ou bebês e gatos em sua casa fique atento para reações alérgicas que venham a ocorrer com eles. Existe alguma probabilidade dela estar associadas com o seu gato. Caso você suspeite de que há sintomas, faça testes para ter certeza, como por exemplo, isolando alguns ambientes e privando o contacto
da criança com o gato.

Qual substância liberada pelo gato que causa alergia?

A substância que causa a reação alérgica é uma proteína encontrada na saliva, nas excreções e na pele do gato. Apesar de não ser emitida através do pêlo do animal, a proteína gruda no pelo do gato quando ele se lambe, um comportamento dos gatos que é perfeitamente normal. Quando a saliva e as excreções do gato secam, as proteínas são liberados no ar e grudam em travesseiros, sofás, cortinas, tapetes, etc. de sua casa o que facilita o contato com as pessoas que ali frequentam.

Existe relação entre a raça do gato e a alergia?

Todos os gatos produzem proteínas que podem ser alérgenas, mas a quantidade produzida vária de raça a raça. De forma geral, recomenda-se gatos de pêlo curtos para pessoas que têm alergias a gatos, pois a menor quantidade de pelos reduz a fixação de alérgenos nos pêlos.

Como reduzir a minha alergia a gatos?

Caso você esteja incomodado com a sua alergia a gatos, as principais dicas para reduzir o contato com as proteínas alérgenas são:
  •  Isole um ou mais ambientes de sua casa. Os alérgenos, no momento que são liberados, se alojam em vários móveis e ambientes de sua casa. Por isso, é recomendado que você tenha um ambiente em que seu gato não possa entrar. Recomendamos que, se houver que escolher um cômodo, que este seja o quarto de dormir, dado que você passará em média 8 horas por dia neste ambiente. Se você acabou de comprar um gato, leia a primeira vez de seu gatinho em casa.
  •  Mantenha sua casa limpa e livre de pêlos. É importante manter sua casa limpa de forma a diminuir os alérgenos em seu ambiente. Se possível, troque os seus carpetes por tapetes que podem ser lavados com frequência. Evite ter muitas almofadas e mantas em seu sofa – eles atraiem pó e alérgenos que podem piorar sua alergia.
  •  Compre uma caixa sanitária para gatos e mantenha-a limpa. Caso você ainda não tenha uma caixa de areia para gatos, compre-a. Ensine seu gato a fazer xixi no lugar certo. E não deixe de limpá-la e trocar a areia frequentemente. Desta forma, você elimina os alergénos que são emitidos via as excreções do animal.
  •  Escove o pêlo de seu gato. Alguns veterinários recomendam a freqüente escovação do pêlo de seu gato. A escovação, além de cuidar da pelagem de seu gato, ela reduz a quantidade de alérgenos em seus pêlos. Logicamente, caso você seja alérgico evite escovar o pêlo de seu gato: peça para alguém fazê-lo. Sempre escove o seu animal em um local longe de seu quarto/ambiente de estar, para evitar com que os pêlos soltos e que inevitavelmente serão alérgenos se concentrem em seu sofá e no resto de sua casa.
  •  Dê banhos regulares em seu gato. Por fim, dê banho em seu gato. Para os casos em que isso é uma tarefa muito árdua, limpe o seu gato com um pano molhado para eliminar os alergénos que se encontram no pelo do gato.
Os gatos são seres extremamente higiênicos. Portanto, não culpe seu gato pelas suas reações alérgicas. Vale a pena antes de comprar um gato, saber se há e qual a intensidade das reações alérgicas que você tem quando está em contato com gatos. Caso elas sejam muito incômodas para você, opte por outros animais de estimação que lhe serão mais prazerosos. Lembre sempre que os animais são seres vivos e merecem todo o carinho, amor e respeito do mundo.

Alergia ao latex

A incidência de reacções alérgicas sérias para látex aumentou nos recentes anos. Trabalhadores da saúde e outros que frequentemente são expostos a produtos que contêm látex deveriam estar atentos à possibilidade de desenvolver uma reacção alérgica aos produtos de látex.

O que é alergia de látex?

Alergia de látex, ou hipersensibilidade, acontece quando o sistema imunológico do corpo reage as proteínas do látex de borracha natural. O sistema cria  uma " defesa " que pode causar uma sensação desagradável e, em alguns casos, sintomas são ameaçadores. É o mesmo tipo de reacção alérgica visto quando indivíduos que são alérgicos ao veneno da abelha recebem uma picada de abelha.

O que activa a reacção do sistema imune?


Alguns indivíduos têm anticorpos específicos que os fazem hipersensíveis  as proteínas de látex  natural.  Também, várias substâncias químicas que são somadas ao látex durante seu processo e podem ser responsáveis pôr algumas reacções na pele.

O que é látex de borracha natural?

Látex de borracha natural é um produto derivado quase exclusivamente do braziliensis de hevea  árvore achada no Brasil, África,  e  Ásia. Látex de borracha natural não deveria ser confundido com butyl - ou borrachas sintéticas derivada do petróleo.

Que produtos contêm látex?

Látex é um componente comum de muitos materiais médicos e inclui as luvas, seringas, estetoscópios, catéteres e bandagem. Muitos destes dispositivos médicos entram em contacto com membranas mucosas que aumentam a absorção de proteínas de látex que podem activar uma reacção alérgica. Frequentemente são implicadas luvas de látex em reacções alérgicas devido à exposição directa repetida das mãos as proteínas de látex ou devido a proteínas de látex aerotransportadas.
O látex é achado em  40,000 produtos de consumo, inclusive preservativos, balões, solas de sapato atléticas, pneus, roupa íntima, brinquedos de borracha.

Sintomas de Alergia de Látex

Alergia para proteínas de látex é um problema médico novo com sintomas semelhantes vistos em indivíduos que são alérgicos ao veneno da abelha. Reacções a exposição são geralmente agudas e podem dar febre ou asma, com sintomas como congestão nasal,  respiração com dificuldade. Os casos mais severos podem resultar em anafilaxia uma reacção fatal que afecta muitas partes do corpo imediatamente. Os sintomas são normalmente imediatos, podem incluir uma subida perigosa na tensão arterial, pele avermelhada, dificuldade ao respirar, inflamação da garganta e língua, e perda da consciência.

Como os sintomas se desenvolvem?

Na maioria dos casos, a alergia ao látex se desenvolve depois de exposições repetidas ao látex. Nem sempre o contacto físico directo com o látex ou produtos com látex activa uma reacção alérgica.

Quem está em maior risco para ter alergia de látex?

O maior risco  são os indivíduos que estão expostos repetidamente a produtos que contêm látex, particularmente:
Doentes com uma longa história de procedimentos cirúrgicos ou reincidentes, como crianças com espinha bífida.
Pessoal de cuidado da saúde e outros que usam luvas de látex.
Indivíduos com exposição profissional, como trabalhadores envolvidos na fabricação de luvas de látex, preservativos ou catéteres.

Outros factores de risco são:

Uma história de outros problemas alérgicos.
Uma história de alergias a comida, frutas tropicais, avelãs, castanheiro.
Dermatite severa  em um indivíduo que usa luvas de látex.
Prevenção na Alergia ao Látex Natural
Deveriam ser revistos todos os produtos e dispositivos médicos que entram em contacto com indivíduos de risco para determinar o conteúdo de látex. Uma etiqueta de "hipoalérgico " não significa que um produto é látex-livre.

Em geral, deveriam ser usadas luvas de látex com um baixo teor de proteínas de látex,  livres de pós ou livres de látex (nitrido ou vinil).
Trabalhadores da saúde com uma história de irritações na pele , ou dermatite de contacto, deveriam usar luvas alternativas (que pode incluir luvas de látex) e tratamentos tópicos para aliviar os sintomas delas. Deviam ser tomados cuidados na escolha dos tratamentos da dermatite de contacto

Alergia ao pó do giz

Muitos de professores de hoje optam para que o giz dustless mantenha as mãos e as salas de aula limpas. Mas de acordo com um estudo publicado na introdução de Maio dos Anais da Alergia, a Asma & a Imunologia, o jornal científico da Faculdade Americana da Alergia, a Asma e a Imunologia (ACAAI), esta escolha no giz pode causar sintomas da alergia e da asma nos estudantes que têm uma alergia do leite.
A Caseína, uma proteína de leite, é usada frequentemente no giz do baixo-pó. Quando as crianças alérgicas do leite inalam as partículas do giz que contêm a caseína, os ataques de asma risco de vida e outras edições respiratórias podem ocorrer.
“Gizes que são etiquetados como sendo partículas pequenas da anti-poeira ou da libertação imóvel dustless no ar,” disse Carlos H. Larramendi, DM, autor do estudo do chumbo. “Nossa pesquisa encontrou quando as partículas são inaladas por crianças com alergia do leite, tossir, chiando e a falta de ar pode ocorrer. A Inalação pode igualmente causar a congestão nasal, espirrar e um nariz ralo.”
A alergia do Leite afecta 300.000 crianças calculadas nos Estados Unidos, de acordo com o ACAAI. Embora se acredite a maioria das crianças superará a alergia do leite pela idade três, os estudos recentes contradizem esta teoria, mostrando que as crianças envelhecidas escola estão afectadas ainda. Contudo, 80 por cento das crianças com alergia do leite superar-a-9&z provavelmente pela idade 16.
O “Giz não é o único item em um ajuste da escola que possa ser incómodo ordenhar estudantes alérgicos,” disse James Sublett, DM, cadeira do Comité de Ambiente Interno de ACAAI. De “as proteínas Leite podem igualmente ser encontradas na colagem, papel, tinta, e nos almoços de outras crianças.”
Mesmo como consequência dos whiteboards, os projectores aéreos e as tabuletas, giz são um grampo da sala de aula que provavelmente não se torne extinto muito em breve. Os Pais com as crianças alérgicas do leite devem pedir para ter sua criança assentada na parte de trás da sala de aula onde são menos prováveis inalar a poeira do giz, recomendam Sublett.
Os “Professores devem ser informado sobre alimentos e outros disparadores que puderam causar problemas de saúde para crianças,” disse Sublett. “Um plano para tratar as emergências da alergia e da asma deve igualmente ser compartilhado com os professores, os treinadores e a enfermeira da escola. As Crianças devem igualmente levar a epinefrina prescrita allergist, os inalador ou as outras medicamentações do salvamento.”

quinta-feira, 15 de maio de 2014

alergia ao sol

Definição de alergia ao sol

alergia ao sol é uma reação do sistema imunológico à exposição da pele à luz solar. É também chamado de erupção cutânea fotoalérgica ou fotoalergia e fotodermatose.
Estima-se que 5 a 10% das pessoas sofrem de alergia ao sol. Esta doença afeta principalmente as mulheres, sendo que 95% são jovens de 20 a 35 anos.

Causas

Alergia em Geral
O processo alérgico, muitas vezes ocorre em duas etapas. O primeiro contato com o alérgeno, ou sensibilização, as células específicas produzem anticorpos, tais como IgE. A segunda exposição provoca a liberação de substâncias como a histamina, que causam diversas reações inflamatórias, como a alergia.
Note que, a resposta do organismo contra uma determinada reatogenicidade varia de um indivíduo para o outro. Os sinais mais graves podem aparecer de repente, é a hipersensibilidade imediata. Por outro lado, a hipersensibilidade tardia, menos ofensiva, aparece mais tarde.
Essa é uma definição ampla de alergia. Alguns especialistas acreditam que este mecanismo é repetido para cada ensolação, o paciente se torna mais sensível e mais lesões se intensificam.
Outros médicos pensam que na verdade não é realmente uma alergia ao sol, mas sim uma forma de dor muscular causada pelo sol. Falar de “alergia ao sol” é um equívoco, porque não foi provado que o sol é realmente o alérgeno.
Assim, a origem exata da alergia ainda parece pouco clara, mas os cientistas incriminam os raios ultravioletas A (UVA) que penetram mais profundamente do que os raios UVB na pele.
O raio de sol pode resultar em alergia, mesmo que através de uma janela, um para-brisa ou um guarda-sol, antes de chegar à superfície da pele.
Outras causas de alergia – Fotoalergia
Durante a exposição ao sol, as pessoas que tomam antibióticos podem ter uma fotossensibilidade ou fotossensibilização.
O mesmo vale para alguns medicamentos contra a diabetes, hipertensão, epilepsia, depressão e para alguns tipos de câncer.
E o mesmo também para o uso de algumas plantas como a erva de São João (mas somente em altas doses), aipo, limão, suco de figo e Branca ursina.
Quanto aos produtos cosméticos, substâncias odoríferas, leite, loções ou cremes com ou sem perfume também provaram serem fotossensibilizantes. O risco aumenta especialmente entre os jovens com pele oleosa.

Sintomas

A alergia ao sol pode ser classificada em quatro grupos de acordo com os sintomas e as circunstâncias de surgimento: urticária solar, erupção cutânea fotoalérgica, erupção polimorfa à luz e a fotossensibilidade.
A urticária solar é raramente vista. Ela ocorre em poucos minutos de contato com o sol, surgindo uma placa rosácea, elevada sobre a pele. Estes sinais lembram a picada de um mosquito. A lesão pode atingir todo o corpo, principalmente nas áreas não cobertas por roupas e desaparece após 1-2 horas, se o paciente for para sombra. As mulheres adultas são as mais frequentemente vulneráveis. Este tipo de alergia é ocorre durante vários anos e cria um verdadeiro transtorno, porque força a vítima a permanecer constantemente na sombra durante suas atividades diárias.
Ao contrário, a erupção cutânea fotoalérgica aparece nas horas seguintes a exposição aos raios solares bem intensos. É caracterizada por inchaços vermelhos, bolhas, ou papúlas acompanhadas por prurido intenso nas partes expostas do corpo como pescoço, mãos e antebraços. Ele geralmente não aparece no rosto, exceto em casos graves. Os sintomas persistem por vários dias e se repetem a cada reexposição, mas melhoram com o bronzeamento. Essa fotodermatose que perdura por anos, é mais frequentemente encontrado em mulheres com idade entre 20 e 35 anos.
Quanto à erupção polimorfa à luz, ela ocorre raramente e é causada por uma luz solar de baixa intensidade exposta por 30 minutos ou por algumas horas. A pele apresenta vesículas, manchas vermelhas e rosáceas em círculo ou não. Essas lesões de aparência variada surgem no pescoço, rosto, membros ou atrás das orelhas. Estas manifestações acompanhadas de forte prurido, se atenuam na sombra, mas as exposições subsequentes tendem a piorar. Esta condição crônica afeta tanto as mulheres quanto os homens adultos.
A fotossensibilização ocorre pela combinação da ação dos raios solares com a administração por via oral, local, retal, ou parenteral de produtos alimentares, medicinais ou cosméticos. Ela se manifesta pelo aparecimento de erupções cutânes vermelhas, papulosas ou vesiculosas e muito pruriginosas em toda a superfíce da pele. A cor da pele pode tornar-se azul ou marrom.

Diagnóstico

O médico obtém o diagnóstico de alergia ao sol, num primeiro momento, através de um questionamento do surgimento da alergia e do histórico da doença. Ele examina cuidadosamente a pele danificada para diferenciar a fotodermatose de outras afecções.
O profissional de saúde reconhece facilmente a erupção cutânea, mas exames complementares podem ser úteis. O especialista em fotodermatologia realiza o que é chamado de fototeste, o qual é emitido alguns raios ultravioletas no ombro ou nas costas. Um teste positivo mostra sinais de alergia

Complicações

A urticária que se estende até a mucosa respiratória e a garganta podem sufocar o paciente rapidamente.

Tratamento alergia ao sol

O primeiro procedimento de tratamento é ir para a sombra. O médico também pode prescrever medicamentos, se necessário.
O principal tratamento para alergia ao sol, em geral, é a prevenção, limitar a exposição ao sol, usar protetor solar e suplementos dietéticos como o betacaroteno (encontrado nas cenouras ou complementos alimentares) associados com Selênio, vitaminas E e C que fortalecem a autoproteção da pele. Tomar cálcio ou ômega-3 também pode ser eficaz.
Se a alergia se manifestar sobre toda a pele, o tratamento geralmente é baseado no uso de anti-histamínicos e corticoides contra o prurido.
Parar de utilizar fotossensibilizantes facilita a cura da alergia.
Em caso de erupção cutânea fotoalérgica pode-se prevenir a doença com suplementos alimentares, disponíveis nas farmácias (pergunte ao farmacêutico). Em caso de falha de tratamentos preventivos, seu médico pode impedir a erupção cutânea com o uso de antimaláricos durante oito dias antes de tomar sol e, durante os oito primeiros dias de permanência ao sol.
Em alguns casos, o médico pode prevenir a alergia ao sol (erupção cutânea fotoalérgica) pela terapia PUVA.

Fitoterapia

Os tomates, as cenouras, o damasco, melão e legumes contém uma grande quantidade de carotenóides, enquanto que o kiwi, as frutas cítricas são ricos em vitamina C e vitamina E.

Homeopatia

Você pode usar o Muriaticum Acidum 7 CH para o tratamento em casa. Deve-se tomar três vezes por dia, diminuindo a frequência quando a melhora for sentida. É possível alternar com Apis 5 CH, Belladona 5 CH e Urtica urens 7 CH.

Dicas alergia ao sol

Para uma boa prevenção de alergia ao sol:
- Fazer uso de medicação, exige o conselho de um profissional de saúde;
- A fototerapia liderada por um dermatologista melhora a tolerância da pele à luz solar;
- Proteger a pele com roupas, chapéu, óculos de proteção, ou um guarda-sol é útil. A aplicação de creme protetor adequado também é eficaz;
- Evite medicamentos fotoalérgicos;
- É aconselhável evitar a exposição ao sol em determinados momentos do dia: entre meio-dia e 16 horas, porque o risco de sensibilização (alergia) é maior nesse período;
Se você tiver fotodermatose, consulte imediatamente um médico se:
- O interior da sua boca inchar, ou você sentir um formigamento na garganta;
- A erupção cutânea espalhar por todo o corpo;

- Você sentir desconforto ou dificuldade para respirar.