sexta-feira, 23 de maio de 2014

Alergia ao latex

A incidência de reacções alérgicas sérias para látex aumentou nos recentes anos. Trabalhadores da saúde e outros que frequentemente são expostos a produtos que contêm látex deveriam estar atentos à possibilidade de desenvolver uma reacção alérgica aos produtos de látex.

O que é alergia de látex?

Alergia de látex, ou hipersensibilidade, acontece quando o sistema imunológico do corpo reage as proteínas do látex de borracha natural. O sistema cria  uma " defesa " que pode causar uma sensação desagradável e, em alguns casos, sintomas são ameaçadores. É o mesmo tipo de reacção alérgica visto quando indivíduos que são alérgicos ao veneno da abelha recebem uma picada de abelha.

O que activa a reacção do sistema imune?


Alguns indivíduos têm anticorpos específicos que os fazem hipersensíveis  as proteínas de látex  natural.  Também, várias substâncias químicas que são somadas ao látex durante seu processo e podem ser responsáveis pôr algumas reacções na pele.

O que é látex de borracha natural?

Látex de borracha natural é um produto derivado quase exclusivamente do braziliensis de hevea  árvore achada no Brasil, África,  e  Ásia. Látex de borracha natural não deveria ser confundido com butyl - ou borrachas sintéticas derivada do petróleo.

Que produtos contêm látex?

Látex é um componente comum de muitos materiais médicos e inclui as luvas, seringas, estetoscópios, catéteres e bandagem. Muitos destes dispositivos médicos entram em contacto com membranas mucosas que aumentam a absorção de proteínas de látex que podem activar uma reacção alérgica. Frequentemente são implicadas luvas de látex em reacções alérgicas devido à exposição directa repetida das mãos as proteínas de látex ou devido a proteínas de látex aerotransportadas.
O látex é achado em  40,000 produtos de consumo, inclusive preservativos, balões, solas de sapato atléticas, pneus, roupa íntima, brinquedos de borracha.

Sintomas de Alergia de Látex

Alergia para proteínas de látex é um problema médico novo com sintomas semelhantes vistos em indivíduos que são alérgicos ao veneno da abelha. Reacções a exposição são geralmente agudas e podem dar febre ou asma, com sintomas como congestão nasal,  respiração com dificuldade. Os casos mais severos podem resultar em anafilaxia uma reacção fatal que afecta muitas partes do corpo imediatamente. Os sintomas são normalmente imediatos, podem incluir uma subida perigosa na tensão arterial, pele avermelhada, dificuldade ao respirar, inflamação da garganta e língua, e perda da consciência.

Como os sintomas se desenvolvem?

Na maioria dos casos, a alergia ao látex se desenvolve depois de exposições repetidas ao látex. Nem sempre o contacto físico directo com o látex ou produtos com látex activa uma reacção alérgica.

Quem está em maior risco para ter alergia de látex?

O maior risco  são os indivíduos que estão expostos repetidamente a produtos que contêm látex, particularmente:
Doentes com uma longa história de procedimentos cirúrgicos ou reincidentes, como crianças com espinha bífida.
Pessoal de cuidado da saúde e outros que usam luvas de látex.
Indivíduos com exposição profissional, como trabalhadores envolvidos na fabricação de luvas de látex, preservativos ou catéteres.

Outros factores de risco são:

Uma história de outros problemas alérgicos.
Uma história de alergias a comida, frutas tropicais, avelãs, castanheiro.
Dermatite severa  em um indivíduo que usa luvas de látex.
Prevenção na Alergia ao Látex Natural
Deveriam ser revistos todos os produtos e dispositivos médicos que entram em contacto com indivíduos de risco para determinar o conteúdo de látex. Uma etiqueta de "hipoalérgico " não significa que um produto é látex-livre.

Em geral, deveriam ser usadas luvas de látex com um baixo teor de proteínas de látex,  livres de pós ou livres de látex (nitrido ou vinil).
Trabalhadores da saúde com uma história de irritações na pele , ou dermatite de contacto, deveriam usar luvas alternativas (que pode incluir luvas de látex) e tratamentos tópicos para aliviar os sintomas delas. Deviam ser tomados cuidados na escolha dos tratamentos da dermatite de contacto

Alergia ao pó do giz

Muitos de professores de hoje optam para que o giz dustless mantenha as mãos e as salas de aula limpas. Mas de acordo com um estudo publicado na introdução de Maio dos Anais da Alergia, a Asma & a Imunologia, o jornal científico da Faculdade Americana da Alergia, a Asma e a Imunologia (ACAAI), esta escolha no giz pode causar sintomas da alergia e da asma nos estudantes que têm uma alergia do leite.
A Caseína, uma proteína de leite, é usada frequentemente no giz do baixo-pó. Quando as crianças alérgicas do leite inalam as partículas do giz que contêm a caseína, os ataques de asma risco de vida e outras edições respiratórias podem ocorrer.
“Gizes que são etiquetados como sendo partículas pequenas da anti-poeira ou da libertação imóvel dustless no ar,” disse Carlos H. Larramendi, DM, autor do estudo do chumbo. “Nossa pesquisa encontrou quando as partículas são inaladas por crianças com alergia do leite, tossir, chiando e a falta de ar pode ocorrer. A Inalação pode igualmente causar a congestão nasal, espirrar e um nariz ralo.”
A alergia do Leite afecta 300.000 crianças calculadas nos Estados Unidos, de acordo com o ACAAI. Embora se acredite a maioria das crianças superará a alergia do leite pela idade três, os estudos recentes contradizem esta teoria, mostrando que as crianças envelhecidas escola estão afectadas ainda. Contudo, 80 por cento das crianças com alergia do leite superar-a-9&z provavelmente pela idade 16.
O “Giz não é o único item em um ajuste da escola que possa ser incómodo ordenhar estudantes alérgicos,” disse James Sublett, DM, cadeira do Comité de Ambiente Interno de ACAAI. De “as proteínas Leite podem igualmente ser encontradas na colagem, papel, tinta, e nos almoços de outras crianças.”
Mesmo como consequência dos whiteboards, os projectores aéreos e as tabuletas, giz são um grampo da sala de aula que provavelmente não se torne extinto muito em breve. Os Pais com as crianças alérgicas do leite devem pedir para ter sua criança assentada na parte de trás da sala de aula onde são menos prováveis inalar a poeira do giz, recomendam Sublett.
Os “Professores devem ser informado sobre alimentos e outros disparadores que puderam causar problemas de saúde para crianças,” disse Sublett. “Um plano para tratar as emergências da alergia e da asma deve igualmente ser compartilhado com os professores, os treinadores e a enfermeira da escola. As Crianças devem igualmente levar a epinefrina prescrita allergist, os inalador ou as outras medicamentações do salvamento.”

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Alergia ao beijo

Uma menina inglesa de 6 anos tem uma alergia tão grave que poderia morrer com um simples beijo. Foi o que quase aconteceu quando a irmã de Isla Franks bebeu leite e horas depois encostou no rosto dela. Por essa enorme sensibilidade, o corpo inteiro da garota vive enrolado emligaduras.
A reacção da criança a alérgenos como ovo, leite, trigo, grama, poeira e gato é tão grave que as roupas dela são mantidas em um freezer, para evitar uma eventual resposta a ácaros.
Isla foi diagnosticada com apenas seis meses de idade e, desde então, tem um armário especial onde seus alimentos são guardados – para evitar o contacto com outras coisas.
Quando uma alergia ocorre, surgem erupções na pele da menina, que sente muita dor. Nesse caso, é colocada uma camada de curativos molhados por baixo dos secos, para aliviar o desconforto.
Segundo os pais, as pessoas acham que a filha se queimou e, por isso, usa as ligaduras. A mãe revela que dorme com a garota para evitar que ela puxe estas durante o sono.
Além disso, a criança deixa de participar de várias atividades que as amiguinhas normais fazem, como ir a uma festa, brincar fora de casa, praticar desportos e até sentar em um tapete, pois, se alguém comer algo a que ela é alérgica e depois tocar nela, pode ser fatal.
A mãe conta que, certo dia, Isla viu alguns colegas tomando sorvete e perguntou como era o gosto do alimento, o que partiu o coração da mulher. Mas ela também destaca que a menina é corajosa e sorridente, como dá para ver na foto acima.

Alergia ao sexo

Uma triste realidade para muitas mulheres no mundo é esta alergia, que não é ao ato sexual propriamente dito, mas sim ao esperma do homem. Esta alergia é uma condição conhecida como hipersensibilidade ao plasma seminal humano. Os sintomas incluem sensação de queimadura, erupções cutâneas e equimoses — sintomas que podem aparecer após poucos minutos de contacto.
Apesar de estranha, a alergia não é rara e acomete cerca de 20 a 40 mil mulheres nos Estados Unidos. Mas a causa ainda está sendo estudada, pois não é claro se uma portadora seria alérgica ao sémen de todos os homens ou apenas um só. Os tratamentos variam com o uso de preservativos para dessensibilização, expondo a pessoa a pequenas quantidades de sémen gradualmente para que o corpo se acostume com ele.

Alergia á rede wi fi

A tecnologia, que surpreende por suas inovações, está causando surpresa também à comunidade médica mundial, e grande controvérsia, devido a uma nova doença que surge: alergia ao Wi-Fi.
O Wi Fi, ou a rede de internet sem fios, pode esconder mais um perigo à saúde humana por conta da desencadear alergia em pessoas que sejam sensíveis a um dos feixes destesinal eletromagnético.O estudo realizado nos Estados Unidos mostra que pelo menos 5% das pessoas que estejam expostas à este tipo de sinal, pode desenvolver a alergia. Trata-se de uma condição denominada Hipersensibilidade Electromagnética.
Os sintomas são cãimbras musculares, dor de cabeça, ou dores crônicas.
Médicos americanos alertam que os sintomas podem ser agravados pelo exposição contínua também aos sinais de telefones móveis – que são muito fortes, e até mesmo aos sinais de satélites.
A americana Diane Schou, uma das pessoas que sofre com a alergia, contou à rede BBC News, que entre os sintomas iniciais, sentiu o rosto ficar vermelho, dor de cabeça, visão turva, e uma dor intensa quando tentava pensar. Com a evolução dos sintomas, passou a ter dores no peito.
Tentando reduzir os efeitos, Diane Schou fez alterações em casa, colocando uma proteção impermeável de ondas eletromagnéticas. Mas a medida foi insuficiente, e a americana foi obrigada a mudar-se para uma cidade no interior, longe de tanta exposição às redes Wi-Fi, como medida de proteção à própria saúde.
Vários casos semelhantes começam a ser diagnosticados.
A polêmica já se instalou, e enquanto paises como Suiça e Suécia, acreditam na existência da condição como maléfica para a saúde humana, cientistas do Reino Unido preferem esperar por mais comprovações. Alguns médicos ingleses defendem, inclusive, que esses sintomas não passam de reações psicossomáticas.
Já a organização americana Powerwatch, que verifica os efeitos dos campos eletromagnéticos, afirma que entre 3% e 4% da população mundial sofre sim desta hipersensibilidade.
Enquanto isso, a Organização Mundial da Saúde, a OMS, se posicionou, afirmando que não há diagnosticos médicos claros, ainda. Primeiro, há que ter uma base cientifíca antes de nominar a hipersensibilidade como doença, oficialmente.

Alergia ao exercício físico

Roberta Kwok, do site The Last Word On Nothing, compartilhou seu terror em um post recentemente. Ao que parece, a condição é chamada de “urticária colinérgica”.
Kwok acredita sofrer dessa condição. Mas, enquanto ela só sente o desconforto quando corre, a miséria de algumas pessoas é bem maior. Ela citou, por exemplo, um paciente de 25 anos com um caso tão grave que ele começa a coçar até quando sobe um lance de escadas ou carrega mantimentos.
Ao procurar por uma explicação na internet, Kwok notou que uma das sugestões mais comummente citadas é o colapso de capilares. Pessoas fora de forma, ao se aventurar em seus ténis pela primeira vez em semanas ou meses, podem estourar esses vasinhos, que se abrem para permitir maior fluxo de sangue às pernas, o que envia um sinal de “coceira” para o cérebro.
No entanto, se essa fosse a causa da coceira, com a prática e o tempo, ela deveria passar. O problema é que mesmo pessoas saudáveis e praticantes regulares de exercício físico apresentam a coceira – que pode ser tão desconfortável que seus sofredores a descrevem como “insana”, “um verdadeiro inferno”, e suficiente para fazê-los querer “coçar até sangrar”, “pegar uma faca para as pernas”, ou “explodir o rosto”.
Essas infelizes pessoas podem ter uma doença chamada urticária colinérgica: uma urticária induzida pelo exercício, pelo aumento da temperatura corporal ou pelo stress. Ou seja, costuma aparecer após actividades que aumentam a temperatura corporal, como banhos quentes, hidromassagem, uso de saunas, exercícios físicos, febre, ansiedade ou stress emocional.
É mais comum em adolescentes e adultos e caracteriza-se por coceira intensa, manchas vermelhas na pele e inchaço. Normalmente, manifesta-se de 2 a 30 minutos após a elevação da temperatura corporal e pode durar de 20 a 90 minutos.
Como com outras alergias, a urticária colinérgica pode variar de mais leve a mais grave – de sintomas como eritematosa, erupções na pele, a uma reação anafilática potencialmente fatal. Se você crê que possui a condição, procure um médico.
Existe tratamento à base de medicamentos. O mais comum são anti-histamínicos (anti alérgicos), que aliviam a coceira para muitas pessoas. Em alguns casos, pode ser que não funcione. O homem que mal podia subir escadas, por exemplo, só encontrou conforto com anticorpos contra a
imunoglobulina E, uma proteína envolvida nas reações alérgicas. 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Alergia á agua

Em todo o mundo, são comuns os casos de pessoas que nascem com alergia à pêlos de determinados animais, pólen, ácaro e outros. Mas você já conheceu alguma pessoa com alergia a água?
Conhecida como Urticária aquagênica, essa condição causa vermelhidão e coceira em excesso em pessoas que a possuem e tem contato com água. Este é um tipo de urticária extremamente raro e que atinge uma pequena massa da população comparados a outros tipos de urticárias.
Dermatologistas apontam que esta seria uma hipersensibilidade à íons encontrados em água não-destilada. Apesar disso, outros casos de pessoas com reações à água destilada também já foram registrados. De acordo com o portal Tua Saúde, a urticária é uma reação alérgica e como toda reação alérgica ela tem controle. O ideal é que o indivíduo não entre em contato com as substâncias que possam desencadear um quadro alérgico por toda a vida. Como a água é um meio essencial para a sobrevivência de qualquer ser vivo, o ideal é que os atingidos tenham contatos em curtos períodos com o líquido na pele.
CASO RECENTE
Urticária aquagênica

Uma reportagem publicada este mês pelo portal Daily Mail contou a história de Rachel Prince, moradora de Ripley, em Derbyshire (Reino Unido), que tem Urticária aquagênica. Por conta disso, ela não pode tomar banhos longos. Segundo a reportagem, até quando beija seu namorado, o contato com a sua saliva causa reações de vermelhidão e coceira em seu corpo.